Tinha colocado o clipe de White Russian Doll aqui e muita gente se interessou pela Lucky Soul. Eu mesma não conhecia a banda, fiquei conhecendo quando a ótima Cris Foxcat me ofereceu uma entrevista com eles, que acabou virando uma matéria para o Caderno B. Mas também coloquei a entrevista na íntegra no Wannabe a blog, quem animar dá uma passada lá para conferir.
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domingo, 14 de março de 2010
Entrevista Lucky Soul
Tinha colocado o clipe de White Russian Doll aqui e muita gente se interessou pela Lucky Soul. Eu mesma não conhecia a banda, fiquei conhecendo quando a ótima Cris Foxcat me ofereceu uma entrevista com eles, que acabou virando uma matéria para o Caderno B. Mas também coloquei a entrevista na íntegra no Wannabe a blog, quem animar dá uma passada lá para conferir.
segunda-feira, 30 de março de 2009
EPs e capas bonitas
Eu amo EPs, não sei se é porque sou ansiosa demais para ouvir um CD inteiro, ou se no EP tem menos chances de ter músicas ruins...

Acabei de ver duas capas muito lindas: de "Love is not pop", EP do El Perro del Mar, e apesar de falar muito de indie sueco não conheço muito bem a banda; e "The Open Door" do Death Cab for Cutie (bem do tipo que designer gosta). Os links para baixar os discos estão no Wannabe a blog.

Acabei de ver duas capas muito lindas: de "Love is not pop", EP do El Perro del Mar, e apesar de falar muito de indie sueco não conheço muito bem a banda; e "The Open Door" do Death Cab for Cutie (bem do tipo que designer gosta). Os links para baixar os discos estão no Wannabe a blog.
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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
War Child Heroes (download)
Tinham me pedido link para download da coletânea War Child Heroes (post aqui), na época eu não tinha, mas agora sei quem tem: corre no Wannabe a blog ou vai direto no post e clica na foto. Depois volta e conta qual a versão mais legal.
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terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Curtas
Por falar em Little Joy, a Binki também tricota.
Os novos EPs do Beirut, para baixar no Wannabe a blog.
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quinta-feira, 16 de outubro de 2008
O fenômeno das 2 músicas ou não acredite no hype
Já tinha comentado brevemente sobre isso na resenha do MGMT, e hoje li um texto muito interessante no Wannabe a blog que também fala desse fenômeno que acontece com as bandas (hype) ultimamente, de lançarem um álbum com apenas duas músicas boas, e as outras serem terríveis. No texto, o Bernardo fala que com o advento do MP3, as pessoas passaram a baixar música por música ao invés do CD inteiro, e as bandas começaram a fazer apenas um ou outro hit (foi mal, não vou usar a palavra "petardo"). Não é a toa que o AC/DC declarou recentemente que não quer que as pessoas baixem o novo disco, porque ele precisa ser ouvido inteiro, como uma unidade, e não em faixas separadas, mas isso não vem ao caso.
Mas acredito que essa não seja a única razão. Talvez a máquina do hype trabalhe mais rápido que a produção musical, e até se fazer um disco com 11 músicas decentes, a banda já se tornou obsoleta e outra já tomou seu lugar. Daí ter que se concentrar em 1 ou 2 hits e completar o CD com canções mal feitas, para ser lançado enquanto ainda existe o desejo de consumo. O que não entendo é que depois do MP3 a lógica da indústria musical foi modificada, mas os processos ainda ocorrem da maneira antiga. Por que a obrigatoriedade de se lançar CDs cheios (ou CDs por si só)? Por que não lançar apenas singles, física ou virtualmente, e tentar capitalizar com eles ou de outras maneiras mais criativas? Ou, se há mesmo a necessidade do disco físico, poderia se lançar apenas EPs, contendo de 3 a 5 músicas, com direito a uma ou duas ruins. Qualitativamente e finaceiramente, lançar vários EPs seria melhor do que criar músicas apenas para encher CD (e bandas novas ainda são novas, entende?).
A música, como quase tudo, desenvolve-se e toma consistência com o tempo. Antigamente era comum começarmos a ouvir uma banda e depois resgatar os primeiros álbuns, que costumavam ser piores e/ou menos trabalhados e mais confusos que os posteriores. Não estou demonizando o hype e idolatrando o indie velho, escuto e gosto de ambos, só quero expor uma diferença percebida entre o modus operanti (há) dos dois.
Isto me lembra uma conversa que tive sobre a quantidade enorme de bandas "legais" (ouçaagorasenãovoceéumbabacadesatualizado) que surgem, principalmente na Inglaterra, e a culpa da NME nisso tudo. A NME é um semanário musical, e tem que rechear páginas com novidades e conteúdo musical semanalmente (dã)! É um tempo muito curto para produzir conteúdo de qualidade que traga coisas novas e não seja batido pela internet. Para manter isso, resta a eles "criarem o hype", procurarem o máximo de bandas novas possíveis, detectarem promessas, tudo que possa garantir conteúdo semanal para a revista. E, infelizmente, não existe tanta banda boa assim no mundo. É uma teoria de brincadeira, mas faz sentido.
Mas acredito que essa não seja a única razão. Talvez a máquina do hype trabalhe mais rápido que a produção musical, e até se fazer um disco com 11 músicas decentes, a banda já se tornou obsoleta e outra já tomou seu lugar. Daí ter que se concentrar em 1 ou 2 hits e completar o CD com canções mal feitas, para ser lançado enquanto ainda existe o desejo de consumo. O que não entendo é que depois do MP3 a lógica da indústria musical foi modificada, mas os processos ainda ocorrem da maneira antiga. Por que a obrigatoriedade de se lançar CDs cheios (ou CDs por si só)? Por que não lançar apenas singles, física ou virtualmente, e tentar capitalizar com eles ou de outras maneiras mais criativas? Ou, se há mesmo a necessidade do disco físico, poderia se lançar apenas EPs, contendo de 3 a 5 músicas, com direito a uma ou duas ruins. Qualitativamente e finaceiramente, lançar vários EPs seria melhor do que criar músicas apenas para encher CD (e bandas novas ainda são novas, entende?).
A música, como quase tudo, desenvolve-se e toma consistência com o tempo. Antigamente era comum começarmos a ouvir uma banda e depois resgatar os primeiros álbuns, que costumavam ser piores e/ou menos trabalhados e mais confusos que os posteriores. Não estou demonizando o hype e idolatrando o indie velho, escuto e gosto de ambos, só quero expor uma diferença percebida entre o modus operanti (há) dos dois.
Isto me lembra uma conversa que tive sobre a quantidade enorme de bandas "legais" (ouçaagorasenãovoceéumbabacadesatualizado) que surgem, principalmente na Inglaterra, e a culpa da NME nisso tudo. A NME é um semanário musical, e tem que rechear páginas com novidades e conteúdo musical semanalmente (dã)! É um tempo muito curto para produzir conteúdo de qualidade que traga coisas novas e não seja batido pela internet. Para manter isso, resta a eles "criarem o hype", procurarem o máximo de bandas novas possíveis, detectarem promessas, tudo que possa garantir conteúdo semanal para a revista. E, infelizmente, não existe tanta banda boa assim no mundo. É uma teoria de brincadeira, mas faz sentido.
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quinta-feira, 11 de setembro de 2008
Pitchfork? Lúcio Ribeiro? Te dou um dado?
A Wannabe, festa conhecida dos indies belo-horizontinos, agora também quer ser é blog. O Wannabe a blog é tão legal quanto a festa, cheio de indicações de bandas boas e muitos links para download. E o melhor: eles aceitam colaborações! Para quem tem idéias e textos mas não tem espaço, está aí uma ótima oportunidade. Na comunidade do orkut tem mais informações sobre como contribuir.
Para lançar a versão site a Wannabe faz, na sexta-feira, a Blog Party. A partir das 23h, Buddy Holly e Cris Foxcat ocupam A Obra com indie rocks e adjacências, com entrada a 12 reais.
Para lançar a versão site a Wannabe faz, na sexta-feira, a Blog Party. A partir das 23h, Buddy Holly e Cris Foxcat ocupam A Obra com indie rocks e adjacências, com entrada a 12 reais.
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