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quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Quem é moderno aí meu?
Não sei como ainda não tinha postado isso aqui, a volta do Também sou hype. A música é beeeem boa.
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
sexta-feira, 19 de junho de 2009
CSS com pintos?

Anotaí: a banda do momento é o Mickey Gang. Lá na Inglaterra. Como o Ortega contou no Pílula Pop, eles ganharam uma matéria na NME, na seção Radar desta semana. O quarteto de Colatina, Espírito Santo - que não sonhava em tocar na Europa e já achava ótimo tocar numa capital brasileira - fez alguns shows recentemente na terra da rainha.
Além de chamá-los de personal trainers latinos da Madonna, a NME definiu a banda como o CSS com pintos (oi, Adriano?). Quem for ao MySpace talvez não veja a semelhança de cara, pois a primeira música é "Born in the 90's", que parece mais um The Killers cantado pelo Billie Joe. Acho que o nome diz tudo em "With love, Prince", e a semelhança com CSS fica óbvia com "We are wolves", que poderia muito bem ter sido feita pela banda paulista. "Horses can't dance" não está no MySpace, mas tem aqui.
Aos que ficam com preguiça só de ouvir a comparação, acho que vale dar uma chance à gangue do Mickey, eu me surpreendi.
Para ver a matéria da NME é só ir no Pílula Pop.
PS.: O Justin Timberlake fez um post sobre com a "cena eletrônica brasileira". Chique, né?
Além de chamá-los de personal trainers latinos da Madonna, a NME definiu a banda como o CSS com pintos (oi, Adriano?). Quem for ao MySpace talvez não veja a semelhança de cara, pois a primeira música é "Born in the 90's", que parece mais um The Killers cantado pelo Billie Joe. Acho que o nome diz tudo em "With love, Prince", e a semelhança com CSS fica óbvia com "We are wolves", que poderia muito bem ter sido feita pela banda paulista. "Horses can't dance" não está no MySpace, mas tem aqui.
Aos que ficam com preguiça só de ouvir a comparação, acho que vale dar uma chance à gangue do Mickey, eu me surpreendi.
Para ver a matéria da NME é só ir no Pílula Pop.
PS.: O Justin Timberlake fez um post sobre com a "cena eletrônica brasileira". Chique, né?
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terça-feira, 28 de abril de 2009
Clipe da semana
Para pagar uma de hype.
Só não ouço falar mais do Matt and Kim por causa da Susan Boyle. Eles valem a pena assim? Parece que eles vem (tem acento ainda?) no Brasil, 3 de junho em São Paulo e 06 de junho em Porto Alegre. Fiquei sabendo que a Kim toca bateria, um ponto a mais.
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Clipe da semana
Não necessariamente desta semana.
Desenterrando bebês, cabeças explodindo, gente caindo no chão e saindo na parede. Quase uma versão bizarra e tosca de Michel Gondry (forcei a barra agora).
Desenterrando bebês, cabeças explodindo, gente caindo no chão e saindo na parede. Quase uma versão bizarra e tosca de Michel Gondry (forcei a barra agora).
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
O fenômeno das 2 músicas ou não acredite no hype
Já tinha comentado brevemente sobre isso na resenha do MGMT, e hoje li um texto muito interessante no Wannabe a blog que também fala desse fenômeno que acontece com as bandas (hype) ultimamente, de lançarem um álbum com apenas duas músicas boas, e as outras serem terríveis. No texto, o Bernardo fala que com o advento do MP3, as pessoas passaram a baixar música por música ao invés do CD inteiro, e as bandas começaram a fazer apenas um ou outro hit (foi mal, não vou usar a palavra "petardo"). Não é a toa que o AC/DC declarou recentemente que não quer que as pessoas baixem o novo disco, porque ele precisa ser ouvido inteiro, como uma unidade, e não em faixas separadas, mas isso não vem ao caso.
Mas acredito que essa não seja a única razão. Talvez a máquina do hype trabalhe mais rápido que a produção musical, e até se fazer um disco com 11 músicas decentes, a banda já se tornou obsoleta e outra já tomou seu lugar. Daí ter que se concentrar em 1 ou 2 hits e completar o CD com canções mal feitas, para ser lançado enquanto ainda existe o desejo de consumo. O que não entendo é que depois do MP3 a lógica da indústria musical foi modificada, mas os processos ainda ocorrem da maneira antiga. Por que a obrigatoriedade de se lançar CDs cheios (ou CDs por si só)? Por que não lançar apenas singles, física ou virtualmente, e tentar capitalizar com eles ou de outras maneiras mais criativas? Ou, se há mesmo a necessidade do disco físico, poderia se lançar apenas EPs, contendo de 3 a 5 músicas, com direito a uma ou duas ruins. Qualitativamente e finaceiramente, lançar vários EPs seria melhor do que criar músicas apenas para encher CD (e bandas novas ainda são novas, entende?).
A música, como quase tudo, desenvolve-se e toma consistência com o tempo. Antigamente era comum começarmos a ouvir uma banda e depois resgatar os primeiros álbuns, que costumavam ser piores e/ou menos trabalhados e mais confusos que os posteriores. Não estou demonizando o hype e idolatrando o indie velho, escuto e gosto de ambos, só quero expor uma diferença percebida entre o modus operanti (há) dos dois.
Isto me lembra uma conversa que tive sobre a quantidade enorme de bandas "legais" (ouçaagorasenãovoceéumbabacadesatualizado) que surgem, principalmente na Inglaterra, e a culpa da NME nisso tudo. A NME é um semanário musical, e tem que rechear páginas com novidades e conteúdo musical semanalmente (dã)! É um tempo muito curto para produzir conteúdo de qualidade que traga coisas novas e não seja batido pela internet. Para manter isso, resta a eles "criarem o hype", procurarem o máximo de bandas novas possíveis, detectarem promessas, tudo que possa garantir conteúdo semanal para a revista. E, infelizmente, não existe tanta banda boa assim no mundo. É uma teoria de brincadeira, mas faz sentido.
Mas acredito que essa não seja a única razão. Talvez a máquina do hype trabalhe mais rápido que a produção musical, e até se fazer um disco com 11 músicas decentes, a banda já se tornou obsoleta e outra já tomou seu lugar. Daí ter que se concentrar em 1 ou 2 hits e completar o CD com canções mal feitas, para ser lançado enquanto ainda existe o desejo de consumo. O que não entendo é que depois do MP3 a lógica da indústria musical foi modificada, mas os processos ainda ocorrem da maneira antiga. Por que a obrigatoriedade de se lançar CDs cheios (ou CDs por si só)? Por que não lançar apenas singles, física ou virtualmente, e tentar capitalizar com eles ou de outras maneiras mais criativas? Ou, se há mesmo a necessidade do disco físico, poderia se lançar apenas EPs, contendo de 3 a 5 músicas, com direito a uma ou duas ruins. Qualitativamente e finaceiramente, lançar vários EPs seria melhor do que criar músicas apenas para encher CD (e bandas novas ainda são novas, entende?).
A música, como quase tudo, desenvolve-se e toma consistência com o tempo. Antigamente era comum começarmos a ouvir uma banda e depois resgatar os primeiros álbuns, que costumavam ser piores e/ou menos trabalhados e mais confusos que os posteriores. Não estou demonizando o hype e idolatrando o indie velho, escuto e gosto de ambos, só quero expor uma diferença percebida entre o modus operanti (há) dos dois.
Isto me lembra uma conversa que tive sobre a quantidade enorme de bandas "legais" (ouçaagorasenãovoceéumbabacadesatualizado) que surgem, principalmente na Inglaterra, e a culpa da NME nisso tudo. A NME é um semanário musical, e tem que rechear páginas com novidades e conteúdo musical semanalmente (dã)! É um tempo muito curto para produzir conteúdo de qualidade que traga coisas novas e não seja batido pela internet. Para manter isso, resta a eles "criarem o hype", procurarem o máximo de bandas novas possíveis, detectarem promessas, tudo que possa garantir conteúdo semanal para a revista. E, infelizmente, não existe tanta banda boa assim no mundo. É uma teoria de brincadeira, mas faz sentido.
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