Os cambistas do Rio são cabulosos. Os taxistas também.
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Cheguei mais ou menos na quarta música do Kraftwerk. O show foi o que eu esperava, talvez mais legal (já esperava coisa boa). As músicas são bem bacanas, e mesmo os quatro ficando lá parados ("mexendo no msn", rs), o show tem momentos de animação, acho que o telão fica por conta disso. Gostei mais de "Radioactivity" e "Robots" - e não duvido que aqueles sejam os caras de verdade.
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A dor de estômago, o cansaço e a falta de coragem de chegar mais perto do palco me prejudicaram no show do Radiohead (mas no próximo isso vai mudar). Mesmo assim, foi realmente tudo o que todo mundo falou, mesmo que um pouco menos emocionante para mim. É tudo perfeito, os caras tocam muito bem, e fiquei muito impressionada com o Thom Yorke, é a primeira vez que vejo alguém cantando melhor ao vivo que nos discos. Aquelas imagens, gravadas e editadas na hora, são tão fodas que eu compraria um DVD com aquilo se lançassem. Mesmo com os contratempos, era impossível não se render a músicas como "Karma Police", "No Surprises" e "Paranoid Android". Confesso que em algumas canções mais lentas eu aproveitava para descansar o pescoço (por favor não em batam). Acho que esse resuminho não está ajudando muito, quem quiser algo melhor pode ler o texto do Ortega no Pílula.
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Desculpem pela falta de tempo. Eu nunca tenho tempo, mas agora a situação está crítica, então não devo conseguir atualizar muito. Mas estou preparando uns posts mais "autorais", assim que der publico.
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quarta-feira, 25 de março de 2009
Notas sobre o show do Radiohead
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terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Notas sobre o Little Joy em BH

A cobertura foi para o Pílula Pop, mas aqui faço algumas observações inúteis:
* Binki Shapiro é a Kate Moss da música ou diva praiana?
* Pela primeira assisto uma banda estrangeira no ápice do meu "gostar". Geralmente elas vêm aqui quando eu já nem escuto mais os discos e vou no show mais pela história. Ao mesmo tempo, o Little Joy é tão novo que ninguém nem sabia direito as letras, mas tentava cantar junto mesmo assim.
* Enquanto isso, no eBay: "Fab Moretti's cigarette, FREE SHIPPING"
* A banda não troca de roupa, exceto a Binki Shapiro. Regata para o baterista, camisa xadrez para o Groucho Marx, e paletós para o resto. Pelo visto só a Binki e o baterista sentem calor.
* O problema de shows virarem eventos (consequência da falta do que fazer em Belo Horizonte) é ter que ouvir "é Los Hermanos em inglês" no final. Gastou esse tanto de dinheiro para quê?
* Binki Shapiro é a Kate Moss da música ou diva praiana?
* Pela primeira assisto uma banda estrangeira no ápice do meu "gostar". Geralmente elas vêm aqui quando eu já nem escuto mais os discos e vou no show mais pela história. Ao mesmo tempo, o Little Joy é tão novo que ninguém nem sabia direito as letras, mas tentava cantar junto mesmo assim.
* Enquanto isso, no eBay: "Fab Moretti's cigarette, FREE SHIPPING"
* A banda não troca de roupa, exceto a Binki Shapiro. Regata para o baterista, camisa xadrez para o Groucho Marx, e paletós para o resto. Pelo visto só a Binki e o baterista sentem calor.
* O problema de shows virarem eventos (consequência da falta do que fazer em Belo Horizonte) é ter que ouvir "é Los Hermanos em inglês" no final. Gastou esse tanto de dinheiro para quê?
Obs.: A foto é do Flickr da Carou.
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
Eletronika 2008
Não vou fazer uma "cobertura" do festival, porque já o fiz (com Ort e Campa) no Pílula Pop. Mas mesmo sem ter ganhado cortesias para escrever sobre o Eletronika aqui, gostaria de fazer algumas considerações:
* Dos shows que assisti, muitos foram bons, mas nenhum sensacional.
* Era mais legal ficar no "lounge" do Grande Teatro ou no café perto do João Ceschiatti do que dentro dos teatros. Lá você podia ficar em pé, conversar, beber, tentar ser alguém na noite, andar de um lado para o outro... coisas que normalmente se faz em shows, mas não nesses, no clima duro dos teatros do Palácio das Artes, onde a gente fica até com dúvida se desliga ou não o celular. Tem toda essa coisa de shows no teatro serem legais, mas não gostei do Eletronika no Palácio.
* O que a pessoa que determinou o preço dos ingressos estava pensando? Queriam ver nossa cara de incredibilidade? Foi um line-up ótimo considerando as atrações nacionais, mas acho que tudo funcionava no conjunto, não com as bandas separadas. E aí gente como a menina que veio de SP só para ver monno não pôde nem assistir a outros shows, porque o ingresso era só para o show da banda e ela não tinha mais dinheiro.
* Estou impressionada com a tietagem em cima de Mallu Magalhães. Ela é uma gracinha, eu mesma queria uma foto. Mas as pessoas estão fora de controle. É a Ivete Sangallo dos indies. É a volta dos rolos de papel higiênico cheio de marcas de beijo. Depois passem no MySpace dela para ver o tanto de amizade platônica que existe no mundo...
Resumindo, o Eletronika 2008 foi divertido, deslocado e caro.
* Dos shows que assisti, muitos foram bons, mas nenhum sensacional.
* Era mais legal ficar no "lounge" do Grande Teatro ou no café perto do João Ceschiatti do que dentro dos teatros. Lá você podia ficar em pé, conversar, beber, tentar ser alguém na noite, andar de um lado para o outro... coisas que normalmente se faz em shows, mas não nesses, no clima duro dos teatros do Palácio das Artes, onde a gente fica até com dúvida se desliga ou não o celular. Tem toda essa coisa de shows no teatro serem legais, mas não gostei do Eletronika no Palácio.
* O que a pessoa que determinou o preço dos ingressos estava pensando? Queriam ver nossa cara de incredibilidade? Foi um line-up ótimo considerando as atrações nacionais, mas acho que tudo funcionava no conjunto, não com as bandas separadas. E aí gente como a menina que veio de SP só para ver monno não pôde nem assistir a outros shows, porque o ingresso era só para o show da banda e ela não tinha mais dinheiro.
* Estou impressionada com a tietagem em cima de Mallu Magalhães. Ela é uma gracinha, eu mesma queria uma foto. Mas as pessoas estão fora de controle. É a Ivete Sangallo dos indies. É a volta dos rolos de papel higiênico cheio de marcas de beijo. Depois passem no MySpace dela para ver o tanto de amizade platônica que existe no mundo...
Resumindo, o Eletronika 2008 foi divertido, deslocado e caro.
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segunda-feira, 26 de maio de 2008
O nosso Sonic Youth

O Sonic Youth vai lançar no dia 9 de junho uma coletânea chamada "Hits are for Squares", que será distribuída somente em lojas Starbucks dos Estados Unidos e pela internet. Mas o legal dessa história é que quem escolheu o tracklist foram celebridades americanas, como a atriz Michelle Williams, a ícone fashion Chloë Sevigny, além de Radiohead, Beck, Flaming Lips, entre outros.
Inspirado nisso, o Rodrigo Ortega, do Pílula Pop, vai perguntar para o pessoal daqui qual música do Sonic Youth eles escolheriam e porquê, criando assim um "Hits are for Squares" brasileiro. Eu tive a honra de escolher uma das músicas (fiquei até me sentindo importante), e não vejo a hora de saber o resultado.
A lista do disco do Starbucks verdadeiro é essa:
'Bull In The Heather' (selected by Catherine Keener)
'Sugar Kane' (selected by Beck)
'100%' (selected by Mike D)
'Kool Thing' (selected by Radiohead)
'Disappearer' (selected by Portia De Rossi)
'Superstar' (selected by Diablo Cody)
'Stones' (selected by Allison Anders)
'Tuff Gnarl' (selected by Dave Eggers and Mike Watt)
'Teenage Riot' (selected by Eddie Vedder)
'Shadow Of A Doubt' (selected by Michelle Williams)
'Rain On Tin' (selected by Flea)
'Tom Violence' (selected by Gus Van Sant)
'Mary-Christ' (selected by David Cross)
'World Looks Red' (selected by Chloë Sevigny)
'Expressway To Yr Skull' (selected by Flaming Lips)
'Slow Revolution'
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