Já ouviu "Mind Eraser, No Chaser"?
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quarta-feira, 4 de novembro de 2009
segunda-feira, 13 de julho de 2009
The Dead Weather lança clipe
Não gostei muito da música, mas adorei as jaquetas de couro de Jack e VV. Talvez o problema da música é "jaqueta de couro" demais.
The Dead Weather - Treat Me Like Your Mother
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sexta-feira, 19 de junho de 2009
CSS com pintos?

Anotaí: a banda do momento é o Mickey Gang. Lá na Inglaterra. Como o Ortega contou no Pílula Pop, eles ganharam uma matéria na NME, na seção Radar desta semana. O quarteto de Colatina, Espírito Santo - que não sonhava em tocar na Europa e já achava ótimo tocar numa capital brasileira - fez alguns shows recentemente na terra da rainha.
Além de chamá-los de personal trainers latinos da Madonna, a NME definiu a banda como o CSS com pintos (oi, Adriano?). Quem for ao MySpace talvez não veja a semelhança de cara, pois a primeira música é "Born in the 90's", que parece mais um The Killers cantado pelo Billie Joe. Acho que o nome diz tudo em "With love, Prince", e a semelhança com CSS fica óbvia com "We are wolves", que poderia muito bem ter sido feita pela banda paulista. "Horses can't dance" não está no MySpace, mas tem aqui.
Aos que ficam com preguiça só de ouvir a comparação, acho que vale dar uma chance à gangue do Mickey, eu me surpreendi.
Para ver a matéria da NME é só ir no Pílula Pop.
PS.: O Justin Timberlake fez um post sobre com a "cena eletrônica brasileira". Chique, né?
Além de chamá-los de personal trainers latinos da Madonna, a NME definiu a banda como o CSS com pintos (oi, Adriano?). Quem for ao MySpace talvez não veja a semelhança de cara, pois a primeira música é "Born in the 90's", que parece mais um The Killers cantado pelo Billie Joe. Acho que o nome diz tudo em "With love, Prince", e a semelhança com CSS fica óbvia com "We are wolves", que poderia muito bem ter sido feita pela banda paulista. "Horses can't dance" não está no MySpace, mas tem aqui.
Aos que ficam com preguiça só de ouvir a comparação, acho que vale dar uma chance à gangue do Mickey, eu me surpreendi.
Para ver a matéria da NME é só ir no Pílula Pop.
PS.: O Justin Timberlake fez um post sobre com a "cena eletrônica brasileira". Chique, né?
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sábado, 14 de março de 2009
The Dead Weather
Jack White formou mais uma banda. The Dead Weather tem a linda VV (Allison Mosshart), do The Kills, nos vocais; Jack Lawrence, do Racounteurs, no baixo; e Dean Fertita, do Queens of the Stone Age, na guitarra. A bateria é por conta de White.
No site da banda há um vídeo bacana, e alguém colocou nele a música "Are Friends Electric?", um cover de Gary Numan.
A outra música divulgada é "Hang you from the heavens", deles mesmos - e não muito empolgante. As duas músicas estão à venda no iTunes e o disco completo, Horehound, será lançado física e oficialmente em junho.
No site da banda há um vídeo bacana, e alguém colocou nele a música "Are Friends Electric?", um cover de Gary Numan.
A outra música divulgada é "Hang you from the heavens", deles mesmos - e não muito empolgante. As duas músicas estão à venda no iTunes e o disco completo, Horehound, será lançado física e oficialmente em junho.
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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Curtas

Mais um na lista de lançamentos por vir: Actor, da St. Vincent, sai dia 5 de maio.
Bizarro nº1: James Iha (ex-Smashing Pumpkins) monta banda com Taylor do Hanson. Chama Tinted Windows (?), já está gravando CD e tem show marcado.
Bizarro nº2: "Orgulho e Preconceito e Zumbis", livro baseado na obra de Jane Austen, vai virar filme e há rumores de que a protagonista pode ser Natalie Portman.
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sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Dent May & His Magnificent Ukulele
Descobri no don't touch my moleskine o Dent May & His Magnificent Ukulele. No clipe de "Oh, Paris" ele parece meio forçado, uma mistura de Beirut e Jens Lekman, mas as músicas são bacanas, realmente "good feeling", como diz o título do disco. Em "Meet me in the garden" a voz dele lembra um pouquinho o Chris Martin, do Coldplay. Pelo que parece, o ukulele é o instrumento da moda entre os indies.
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quinta-feira, 16 de outubro de 2008
O fenômeno das 2 músicas ou não acredite no hype
Já tinha comentado brevemente sobre isso na resenha do MGMT, e hoje li um texto muito interessante no Wannabe a blog que também fala desse fenômeno que acontece com as bandas (hype) ultimamente, de lançarem um álbum com apenas duas músicas boas, e as outras serem terríveis. No texto, o Bernardo fala que com o advento do MP3, as pessoas passaram a baixar música por música ao invés do CD inteiro, e as bandas começaram a fazer apenas um ou outro hit (foi mal, não vou usar a palavra "petardo"). Não é a toa que o AC/DC declarou recentemente que não quer que as pessoas baixem o novo disco, porque ele precisa ser ouvido inteiro, como uma unidade, e não em faixas separadas, mas isso não vem ao caso.
Mas acredito que essa não seja a única razão. Talvez a máquina do hype trabalhe mais rápido que a produção musical, e até se fazer um disco com 11 músicas decentes, a banda já se tornou obsoleta e outra já tomou seu lugar. Daí ter que se concentrar em 1 ou 2 hits e completar o CD com canções mal feitas, para ser lançado enquanto ainda existe o desejo de consumo. O que não entendo é que depois do MP3 a lógica da indústria musical foi modificada, mas os processos ainda ocorrem da maneira antiga. Por que a obrigatoriedade de se lançar CDs cheios (ou CDs por si só)? Por que não lançar apenas singles, física ou virtualmente, e tentar capitalizar com eles ou de outras maneiras mais criativas? Ou, se há mesmo a necessidade do disco físico, poderia se lançar apenas EPs, contendo de 3 a 5 músicas, com direito a uma ou duas ruins. Qualitativamente e finaceiramente, lançar vários EPs seria melhor do que criar músicas apenas para encher CD (e bandas novas ainda são novas, entende?).
A música, como quase tudo, desenvolve-se e toma consistência com o tempo. Antigamente era comum começarmos a ouvir uma banda e depois resgatar os primeiros álbuns, que costumavam ser piores e/ou menos trabalhados e mais confusos que os posteriores. Não estou demonizando o hype e idolatrando o indie velho, escuto e gosto de ambos, só quero expor uma diferença percebida entre o modus operanti (há) dos dois.
Isto me lembra uma conversa que tive sobre a quantidade enorme de bandas "legais" (ouçaagorasenãovoceéumbabacadesatualizado) que surgem, principalmente na Inglaterra, e a culpa da NME nisso tudo. A NME é um semanário musical, e tem que rechear páginas com novidades e conteúdo musical semanalmente (dã)! É um tempo muito curto para produzir conteúdo de qualidade que traga coisas novas e não seja batido pela internet. Para manter isso, resta a eles "criarem o hype", procurarem o máximo de bandas novas possíveis, detectarem promessas, tudo que possa garantir conteúdo semanal para a revista. E, infelizmente, não existe tanta banda boa assim no mundo. É uma teoria de brincadeira, mas faz sentido.
Mas acredito que essa não seja a única razão. Talvez a máquina do hype trabalhe mais rápido que a produção musical, e até se fazer um disco com 11 músicas decentes, a banda já se tornou obsoleta e outra já tomou seu lugar. Daí ter que se concentrar em 1 ou 2 hits e completar o CD com canções mal feitas, para ser lançado enquanto ainda existe o desejo de consumo. O que não entendo é que depois do MP3 a lógica da indústria musical foi modificada, mas os processos ainda ocorrem da maneira antiga. Por que a obrigatoriedade de se lançar CDs cheios (ou CDs por si só)? Por que não lançar apenas singles, física ou virtualmente, e tentar capitalizar com eles ou de outras maneiras mais criativas? Ou, se há mesmo a necessidade do disco físico, poderia se lançar apenas EPs, contendo de 3 a 5 músicas, com direito a uma ou duas ruins. Qualitativamente e finaceiramente, lançar vários EPs seria melhor do que criar músicas apenas para encher CD (e bandas novas ainda são novas, entende?).
A música, como quase tudo, desenvolve-se e toma consistência com o tempo. Antigamente era comum começarmos a ouvir uma banda e depois resgatar os primeiros álbuns, que costumavam ser piores e/ou menos trabalhados e mais confusos que os posteriores. Não estou demonizando o hype e idolatrando o indie velho, escuto e gosto de ambos, só quero expor uma diferença percebida entre o modus operanti (há) dos dois.
Isto me lembra uma conversa que tive sobre a quantidade enorme de bandas "legais" (ouçaagorasenãovoceéumbabacadesatualizado) que surgem, principalmente na Inglaterra, e a culpa da NME nisso tudo. A NME é um semanário musical, e tem que rechear páginas com novidades e conteúdo musical semanalmente (dã)! É um tempo muito curto para produzir conteúdo de qualidade que traga coisas novas e não seja batido pela internet. Para manter isso, resta a eles "criarem o hype", procurarem o máximo de bandas novas possíveis, detectarem promessas, tudo que possa garantir conteúdo semanal para a revista. E, infelizmente, não existe tanta banda boa assim no mundo. É uma teoria de brincadeira, mas faz sentido.
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terça-feira, 16 de setembro de 2008
Alegriazinha
Já estão no MySpace três músicas do Little Joy, banda de Rodrigo Amarante (ex-Los Hermanos) e Fabrizio Moretti (Strokes). O Amarante cantando em inglês lembra bem o Julian Casablancas. Na verdade, o som da banda, até agora, parece uma mistura boa de Strokes com Los Hermanos, na beirada da praia. O Little Joy já tem show marcado e data de lançamento do primeiro cd: 4 de novembro.
A alegria não é pouca não...
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