Mostrando postagens com marcador pavement. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador pavement. Mostrar todas as postagens

domingo, 16 de janeiro de 2011

sábado, 20 de novembro de 2010

sábado, 11 de setembro de 2010

Pavement – A Lesson in Songwriting

A sorte deste blog é que o Eduardo se empolgou e fez mais um post sobre o Pavement. Bora?



"Em 1997, o Pavement participou de um programa de TV holandês que documentou o processo de composição de uma canção, culminando com sua performance ao final. Este é um vídeo da música que eles fizeram, certamente uma das melhores que eles não chegaram a lançar.

Em 2008, foi anunciado que ela seria lançada na reedição de Brighten the Corners. Infelizmente, poucas semanas depois, ela foi retirada do tracklist quando a VPRO (a emissora holandesa que detém os direitos da gravação) exigiu uma quantia absurda de dinheiro para liberar seu uso.

Há uma chance de que uma versão diferente da música apareça na reedição de Terror Twilight, já que, aparentemente, ela foi testada nas sessões iniciais de gravação do álbum."

(Tradução basiquinha da descrição do vídeo no YouTube)

A música em questão chama-se "For Sale! The Preston School of Industry" e é cantada pelo guitarrista Scott Kannberg (a.k.a. Spiral Stairs).

No programa, a banda ainda comentou o processo, enquanto ele acontecia. É possível testemunhar o momento em que a música nasce, quando Spiral toca o riff ao fundo. Nesse instante, Malkmus comentava algo e parou pra perguntar "Ei, o que foi isso? Ouvi algo catchy." A música surge a partir do riff: Riff-based writing, como ele chamou o método utilizado naquele momento. Além disso, falaram, em geral, sobre composição e sobre as características do som do Pavement: afinações, melodias etc.

Jam pré-Preston




Apesar de "Preston" ser uma composição sua, é possível notar um certo ressentimento na fala irônica de Spiral quando ele responde à pergunta sobre quem, normalmente, surge com a ideia inicial das canções: "O professor Malkmus. Ele escreve a maioria das canções, é isso que ele faz quando está em casa".

Após o fim do Pavement, em 1999, Spiral montou uma banda e deu a ela exatamente o nome da canção que ele compôs naquele dia: Preston School of Industry. Esse é, originalmente, o nome de um reformatório para delinquentes juvenis (alguns ilustres), que fica a uma hora da cidade natal do Pavement: Stockton, Califórnia. Sediada numa construção conhecida como "O Castelo", a instituição foi desativada em 1960. Com fama de ser assombrado pelo espírito de uma enfermeira que foi assassinada lá nos anos 50, o Preston Castle foi cenário de filmes de terror e séries sobre atividade paranormal.

A participação do Pavement no programa da VPRO foi registrada no bootleg Live in Amsterdam 4/4/97/ VPRO Lesson in Songwriting.

O tracklist é o seguinte:
Starlings of the Slipstream, Gold Soundz, Transport is Arranged, Stereo, Give it a Day, Passat Dream, Shady Lane, The Hexx, Unfair, Old to Begin, We Are Underused, Westie can drum, Blue Hawaiian, Date w/ IKEA, Range Life, Killing Moon, A Lesson in Songwriting pt 1, A Lesson in Songwriting pt 2, A Lesson in Songwriting pt 3, For Sale! Preston School of Industry

A Matador vem, desde 2002, relançando os cinco álbuns do Pavement. A cada dois anos sai uma edição deluxe dupla com todos os b-sides e outtakes, e esse ano é a vez do último deles, Terror Twilight. Como dito na descrição no YouTube do vídeo de "Preston", pode ser que a música apareça nesse lançamento, que deve sair em novembro. Vamos esperar.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Pavement e Dinosaur Jr. acabando


É amigos, restam só 1000 ingressos pro Planeta Terra (para ser mais exata, ontem à tarde haviam 1080 ingressos). O Dinosaur Jr. em São Paulo mal começou a vender e o primeiro lote já acabou - e o segundo, a R$ 80, deve acabar logo logo.
Pela internet, os ingressos do Planeta Terra estão à venda aqui e os do Dino aqui.

Aproveitando o post, vou colocar aqui os links para baixar o Slow Century, que o Eduardo subiu mas sumiram dos comentários da coleta do Pavement.

DISC 1 - DOC (parte 1, parte 2, parte 3, parte 4, parte 5, parte 6)
DISC 1 - VIDEOS (parte 1, parte 2, parte 3, parte 4)
DISC 2 - SHOWS (parte 1, parte 2, parte 3, parte 4, parte 5)

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Esquenta Planeta Terra - Pavement

Mal saiu a coleta do Of Montreal e já é hora do Pavement! Mas dessa vez pedi a ajuda do Eduardo, que se empolgou e fez um trabalho muito melhor do que eu faria, olha só:


Se você não caiu nesta página por acaso, após uma pesquisa no Google Images sobre, sei lá, bigodes ou sobre looks bárbaros, você provavelmente sabe que o Pavement foi, depois do Nirvana, a banda mais importante dos anos 90. E que enquanto a segunda varria o mainstream e o mundo com Nevermind, a primeira começava, no submundo, a arrebatar os corações dos, digamos, mais cínicos, com Slanted and Enchanted. Deve saber também que depois de 11 anos de separação, o Pavement resolveu se reunir para uma turnê mundial. Afinal, as famílias estão crescendo e as casas estão ficando pequenas, e, claro, há os que não conseguiram vê-los antes daquele fatídico 20 de novembro de 1999, na Brixton Academy, em Londres, como eu e você.

Stephen Malkmus pendurou um par de algemas no microfone para "simbolizar o que é estar numa banda todos esses anos" (1989-1999) e finalizou o show com uma versão extendida de "Here" (que, graças a um certo verso, entrou para a trilha sonora pessoal de muitos de nós). O clima da apresentação é terrivelmente tenso e parece que o ar vai esmagar todo mundo. Só quem esteve lá poderia saber, ou pelo menos desconfiar. O submundo só teria certeza mesmo alguns meses depois.



Afora, talvez, o parágrafo anterior, até aqui, nada de novo. O que você, possivelmente, ainda não reparou é que o show do Pavement no Brasil ocorrerá aos mesmos 20 de novembro, desta vez, de 2010; exatos 11 anos desde o so long na Inglaterra.

Para promover a volta e ouriçar os fãs, o Pavement lançou no início do ano a coletânea "Quarantine the Past: The Best of Pavement". Acontece que nós demos pela falta de algumas músicas e não entendemos a inclusão de outras ali, certo? Portanto resolvemos criar a nossa própria coletânea: "It's a Brand New Era: The Second Best of Pavement". Afinal, nós adoramos Pavement e adoramos listas.


Seguimos a mesma lógica do lançamento oficial: mesclamos outtakes e lados-b aos "hits" em iguais 23 faixas. Confira uma a uma:

Newark Wilder
Quinta faixa do preferido-por-muitos Crooked Rain, Crooked Rain, de 1994. De certa forma ofuscada pelos hits Cut Your Hair, Gold Soundz e Range Life, Newark Wilder, com seu vocal arrastado é puro Pavement. Tem o verso que dá nome à coletânea.

Painted Soldiers
Embora Stephen Malkmus tenha dito que não é um control freak, nós sabemos que isso não é exatamente verdadeiro. Ele deixava Spiral Stairs cantar uma aqui e outra ali apenas. Não por acaso, Terror Twilight (1999), o álbum derradeiro, não conta com nenhuma faixa com Spiral nos vocais, como vinha sendo de costume nos dois anteriores, nos quais o guitarrista ganhou uminha. Como em "Quarantine" aparece a ótima "Date w/ IKEA", colocamos aqui a contagiante "Painted Soldiers", que foi lançada originalmente na OST de Brain Candy (do grupo de comédia The Kids in the Hall), que é composta só de bandas da Matador. O clipe é uma piada e mostra um Spiral dotado de poderes que só um videoclipe poderia lhe dar. Duas curiosidades: o Pavement "repaginado" originalmente seria o Weezer, e não o Veruca Salt (fala se isso não teria sido incrível!?). E o Bob Nastanovich realmente agencia corridas de cavalos nas horas vagas. Inclusive nas muitas que ele teve durante os últimos dez anos.



Conduit for Sale!
A faixa 5 de Slanted and Enchanted (1992) tem uma narrativa que eu me recuso a analisar. Ao vivo, serve pra mostrar uma das utilidades de Bob Nastanovich, muito questionado sobre seu papel no Pavement. Público e banda parecem sempre se divertir com ela nos shows.



Give it a Day
Lançada no EP Pacific Trim, que foi gravado às pressas pra coincidir com uma turnê, em 1996, pelo circuito do Pacific Rim (Japão, Austrália etc.). Caberia facilmente ali na segunda metade do Wowee Zowee (1995), o que aliás, convenhamos, não é muito um parâmetro. A música é foda e a letra, bem divertida.

Starlings of the Splitstream
A primeira da nossa lista que faz parte da excelente segunda metade do fenomenal Brighten the Corners (1997). Tem o clássico jogo de palavras: "Starlings in the slipstream/ Darlings on the split-screen" e as imagens pra lá de curiosas: "Slavic princess with a rose in her teeth/ Do you suppose she would bite you if she could?/ Insane cobra split the wood/ Trader of the lowland breed". Maravilha sonora.

Rattled by the Rush
Essa não poderia faltar. Quem não se lembra do clipe? Rolava direto no Lado B, da MTV. Aqueles movimentos de câmera que causam vertigem, enquanto a banda toca no metrô por alguns trocados. Qualquer relação com a posição que o Pavement ocupava, ou acreditava ocupar no cenário musical da época não deve ser mera coincidência.



Silence Kit
Faixa que abre Crooked Rain, Crooked Rain. O nome da música deveria ser, realmente, "Silence Kid", o que faz muito mais sentido. Dizem que o artista gráfico do disco se embananou com uma mancha de tinta e acabou tendo que converter o d em um t, para não perder o trabalho. A história, que corre entre os fãs da banda, tem tudo pra ser verdadeira, já que no selo do disco já aparece "Silence Kid". E em se tratando de Pavement, não seria por esse errinho que o cara teria que fazer tudo de novo.

Major Leagues
Essa é uma que tinha tudo para estar em "Quarantine": é single, tem clipe (dois, inclusive) e é das grandes favoritas dos fãs. Mas não tem problema, porque ela está aqui ;)



AT&T
AT&T é uma das maiores empresas de telefonia/internet/etc dos EUA e eu não tenho a menor ideia de por que esse é o nome da música. Os versos parecem ter sido gravados à medida que iam surgindo na cabeça do Malkmus, como, aliás, em muitas outras, especialmente em Wowee Zowee.

Old to Begin
Uma das várias letras ambíguas de SM. É tanto autoironia apoiada no clima negativo/pessimista que permeia Brighten the Corners: "Embrace the senile genius/ Watch him reinvent the wheel", quanto a pouca fé no Casamento: "You get to feeling like a fixture/ Set in 1966 - time came that we drifted apart/ Drifted apart to find an unidentical twin". A menção ao seu ano de nascimento não parece ser aleatória: a crise dos 30 parece ter pego Malkmus em cheio.

Grave Architecture
Faixa 11 de Wowee Zowee, é uma das mais características do disco. Com uma estrutura maluca e uma letra que parece ser uma resposta à cobrança direcionada aos slackers, a música é uma das melhores do Pavement.

Baptiss Blacktick
Única representante de Westing (By Musket & Sextant) (1993), é também característica do disco de que faz parte. Westing compila faixas dos primeiros EPs, lançados entre 89 e 93, e beira o inaudível. Tem, como exceção, as ótimas "Box Elder", "Debris Slide" e "Angel Carver Blues/Mellow Jazz Docent", que não por acaso entraram em "Quarantine" (a última, apenas a segunda parte).

Harness Your Hopes
Ah, Harness Your Hopes... A maior falta em "Quarantine" fez essa música. Considerada em larga escala como uma das favoritas dos fãs, essa faixa é tão conhecida entre nós graças à Trama, que a incluiu como bonus track da edição brasileira de Terror Twilight, junto com "Roll With The Wind" e "The Porpoise and the Hand Grenade", lançadas nos EUA apenas no lado-b do single de "Spit on a Stranger".

Blue Hawaiian
Mais uma das letras enigmáticas de SM. Tem os ótimos versos "If my soul has a shape, well, then it is an ellipse/ And this slap is a gift cause your cheeks have lost their lustre" e "Aloha means 'goodbye' and also 'hello'/ It's in how you inflect". Faz parte da já mencionada segunda metade de Brighten the Corners.

Carrot Rope
Faixa que encerra a edição americana de Terror Twilight. É bem divertida e tem um clipe muito massa. Tem as duas únicas palavras que o Malkmus deixou o Spiral cantar no disco.



Father to a Sister of Thought
Com um climão country dado por uma slide guitar, a música mais cuidadinha de Wowee Zowee ganhou até clipe. Os meninos vestidos de cowboy tentam amamentar bezerros e fingem trabalhar na terra enquanto SM tenta se equilibrar num rollerblade. O clipe arrancou várias risadas da banda na versão com comentários presente no DVD Slow Century, lançado em 2002. Se você não tem, tá dando bobeira.
Poderia estar também em "Quarantine".



Platform Blues
Platform Blues é um dos pontos altos de Terror Twilight. Tem participação de Jonny Greenwood na gaita. Aliás, vale lembrar que Terror Twilight foi produzido pelo sexto-radiohead Nigel Godrich.

Type Slowly
Divide Brighten the Corners ao meio. Mais uma vez imagens inusitadas (snipers, trolls, cigar incandescent guillotines) na letra bem rimada, e um instrumental perfeito. Uma das melhores do disco.

Zürich is Stained
Uma das mais populares de Slanted and Enchanted, distoa um pouco do restante do álbum. Poderia estar em Crooked Rain, Crooked Rain.

Transport is Arranged
Estou pra bater o martelo e taxar essa como a melhor música do Brighten the Corners. Mas não é tão simples. Em termos de letra, algumas coisas passam batido, mas chamam a atenção os versos "A voice coach taught me to sing, he couldn't teach me to love" e "Praise the grammar police, set me up with your niece". Novamente, instrumental impecável.

Cream of Gold
Sempre vi nessa música um quê de macabro. Acho que muito pelo verso que se repete várias vezes: "I bleed in beige why'd you leave me so far now". A letra parece ser basicamente sobre o fim de um relacionamento. O clima é tenso. Talvez seja a que faz mais jus ao título do disco: "Terror Twilight", ou "o período do dia entre o pôr-do-sol e o anoitecer, em que metade dos motoristas ligam os faróis e metade não. É quando a maioria dos acidentes acontecem", explicou Bob Nastanovich, quem criou o título. E é estranho mesmo, os olhos não se ajustam direito à mudança na luz. É tenso.

Stop Breathin
Metáforas oriundas do tênis, esporte de que Malkmus é entusiasta, guitarras dedilhadas soando desafinadas e o verso "Write it on a postcard/ Dad they broke me". Uma das mais significativas de Crooked Rain, Crooked Rain.

Fin
Puta merda... Também conhecida como "Infinite Spark", essa música fecha o álbum Brighten the Corners e a nossa coletânea. Quando ouço, me vem sempre à mente um sujeito caminhando rumo a um muro para seu fuzilamento. Acho que é a bateria em ritmo de marcha. Enfim, o sujeito caminha e pára junto ao muro lá pelo meio da música e espera pelo seu fim, que chega aos 3:28, quando entra o solo de guitarra: o sujeito vai caindo em câmera lenta.
É uma música subestimada, de um disco subestimado, de uma banda subestimada. Falando em mainstream, claro. No submundo, é unanimidade. O Pavement merece o dobro, o triplo da atenção que o Smashing Pumpkins, por exemplo, teve em toda a sua carreira. O show do Pavement será o evento do ano, possivelmente, da década, no Brasil e quem não for, vai ficar com cara de abóbora.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

MORRI ou Pavement e Of Montreal no Planeta Terra


Ctrl c + ctrl v básico da Billboard para agilizar:

O festival Planeta Terra confirmou mais cinco atrações, além das já anunciadas Phoenix e Hot Chip. As bandas Pavement (foto), Of Montreal, Girl Talk e Yeasayer, além do Smashing Pumpkins, que havia anunciado o show ontem em seu site oficial, estão na programação do evento que acontece no dia 20 de novembro, no Playcenter, em São Paulo.

Os ingressos serão vendidos a partir do dia 1º de agosto pelo site www.ticketsforfun.com.br e pelo telefone 4003-558. Os preços do primeiro ao quarto lote são, respectivamente, R$ 160, R$ 180, R$ 200 e R$ 220, com meia-entrada disponível para estudantes.

Além dos shows, os brinquedos do Playcenter estarão à disposição do público. Cataclisma, Wave Swinger, Barco Viking, Swing Dance, Waimea, Sky Coaster, Monga e Windstorm funcionam de 13h às 21h, e Boomerang, Evolution, Auto Pista, Double Shock, Looping Star, Turbodrop e Magic Motion de 14h até 5h.

Serviço - Planeta Terra Festival 2010
Quando: 20 de novembro
Onde: Playcenter - São Paulo
Censura do evento: 18 anos

Ingressos
Vendas: Tickets For Fun - a partir de 01/08/2010
1o Lote: inteira 160,00 / meia 80,00
2o Lote: inteira 180,00 / meia 90,00
3o Lote: inteira 200,00 / meia 100,00
4o Lote: inteira 220,00 / meia 110,00

E eu já me empolgo com a possibilidade desse cover COM Os Mutantes:

Em breve faço uns esquentas aqui...



quinta-feira, 15 de julho de 2010

E o Pavement, hein?


Parece que agora vai.
É hora de fazer o esquenta ouvindo o show recente aqui.
Quem não vai no festival de aniversário da Matador (os ingressos já esgotaram) pode respirar aliviado.



Estão falando que o Queens of the Stone Age também vem para o Planeta Terra. Se tudo se confirmar, eles vão compensar muito bem o line-up fraco do ano passado.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

O que acontece em Vegas...


Você já deve ter lido por aqui, mas vale comentar aqui: o Guided by Voices voltou à ativa com a "formação clássica 93-96" para o aniversário de 21 anos da Matador. A gravadora comemora a maioridade com um show em Las Vegas, de 1 a 3 de outubro, com um dos line-ups mais fodas que já vi. Além do GBV, tem Pavement, Sonic Youth, Yo La Tengo, Cat Power, Belle & Sebastian, Spoon, Girls, Chavez...

segunda-feira, 1 de março de 2010

Reunião do Pavement - dia 1

Primeiro show de reunião do Pavement, que rolou hoje (meio que ontem né) em Auckland, na Nova Zelândia. De chorar. Tem vídeo e setlist, fotos aqui.



In The Mouth A Desert
Trigger Cut
LSH
Shady Lane
Father To A Sister
Rattled
Perfume
Summer
Kennel D
Silence Kit
Range Life
Unfair
Stop Breathing
No Life Singed Her / 442
Fight This Gen
Ikea
Box Elder
Grounded
Gold Soundz
Hexx
Give it A Day
Cut Your Hair

Encore -
Stereo
Spit On A Stranger

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

O cara mais indie do mundo mora em São Paulo


Lembram daquela promoção da Matador, que te dava uma viagem a NY para ver o Pavement no Central Park, se você acertasse o tracklist da coletânea que sai dia 9 de março?
Então:

Winner of the first prize expenses-paid trip to NYC to see Pavement in Central Park next September is Flavio Seixlack of São Paolo, who submitted this sequence, hitting 17 out of the 23 tracks:

1. Gold Soundz (CROOKED RAIN, CROOKED RAIN)
2. In The Mouth A Desert (SLANTED AND ENCHANTED)
3. You’re Killing Me (SLAY TRACKS 1933-1969 EP)
4. Heaven Is a Truck (CROOKED RAIN, CROOKED RAIN)
5. AT&T (WOWEE ZOWEE)
6. Shady Lane / J Vs. S (BRIGHTEN THE CORNERS)
7. Major Leagues (TERROR TWILIGHT)
8. Date w/ IKEA (BRIGHTEN THE CORNERS)
9. Frontwards (WATERY, DOMESTIC EP)
10. Painted Soldiers (KIDS IN THE HALL: BRAIN CANDY OST)
11. The Hexx (TERROR TWILIGHT)
12. Cut Your Hair (CROOKED RAIN, CROOKED RAIN)
13. Range Life (CROOKED RAIN, CROOKED RAIN)
14. Grounded (WOWEE ZOWEE)
15. Debris Slide (PERFECT SOUND FOREVER EP)
16. Spit On A Stranger (TERROR TWILIGHT)
17. Here (SLANTED AND ENCHANTED)
18. We Dance (WOWEE ZOWEE)
19. Summer Babe (Winter Version) (SLANTED AND ENCHANTED)
20. Box Elder (SLAY TRACKS 1933-1969 EP)
21. Trigger Cut/Wounded-Kite At :17 (SLANTED AND ENCHANTED)
22. Stereo (BRIGHTEN THE CORNERS)
23. Fight This Generation (WOWEE ZOWEE)

Second prize will be awarded to the most imaginative track listing – which will be pressed up into a limited-edition double vinyl LP for Record Store Day (April 17). We will be announcing this later this week, along with the 3 runner-up winners of complete sets of Pavement Matador vinyl. Keep your eyes on this spot.

Para quem não sabe, Flávio Seixlack, também conhecido como Six ou o indie mais sortudo do mundo, é um dos Homiepie e ex-repórter do Tramavirtual. Na verdade foi o Denis, também do Homiepie, que fez várias listas e mandou no nome de amigos, namorada, cachorro, etc - e a do Six. A gente espera que eles voltem de NY com o Pavement na mala!

O prêmio era para quem chegasse mais perto do real tracklist de Quarantine The Past, que é este, sem "We dance":

1. Gold Soundz (CROOKED RAIN, CROOKED RAIN)
2. Frontwards (WATERY, DOMESTIC EP)
3. Mellow Jazz Docent (PERFECT SOUND FOREVER EP)
4. Stereo (BRIGHTEN THE CORNERS)
5. In The Mouth A Desert (SLANTED & ENCHANTED)
6. Two States (SLANTED & ENCHANTED)
7. Cut Your Hair (CROOKED RAIN, CROOKED RAIN)
8. Shady Lane / J Vs. S (BRIGHTEN THE CORNERS)
9. Here (SLANTED & ENCHANTED)
10. Unfair (CROOKED RAIN, CROOKED RAIN)
11. Grounded (WOWEE ZOWEE)
12. Summer Babe (Winter Version) (SLANTED & ENCHANTED)
13. Range Life (CROOKED RAIN, CROOKED RAIN)
14. Date w/ IKEA (BRIGHTEN THE CORNERS)
15. Debris Slide (PERFECT SOUND FOREVER EP)
16. Shoot The Singer (1 Sick Verse) (WATERY, DOMESTIC EP)
17. Spit On A Stranger (TERROR TWILIGHT)
18. Heaven Is a Truck (CROOKED RAIN, CROOKED RAIN)
19. Trigger Cut/Wounded-Kite At :17 (SLANTED & ENCHANTED)
20. Embassy Row (BRIGHTEN THE CORNERS)
21. Box Elder (SLAY TRACKS 1933-1969 EP)
22. Unseen Power Of The Picket Fence (NO ALTERNATIVE COMP)
23. Fight This Generation (WOWEE ZOWEE)

Enquanto você decide se começa a se cortar de inveja ou torcer para ter ganhado um vinil da coletânea, vamos todos expressar nosso imenso amor pela Matador, e acender uma vela pelo Pavement no Brasil.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Sonic fucking youth: entrevista com Thurston Moore

(Esse post é pra mari, que meses atrás pediu nos comentários um post sobre a volta do Sonic Youth ao Brasil)

Hoje é véspera do Planeta Terra e faz exatamente uma semana que eu conversei com Thurston Moore, realizando o sonho de 10 em cada 10 indies desse mundo. Eu tentei, mas ele não quis ser meu amigo.
Vou colar aqui a matéria que saiu no JB de domingo. Quem não tiver coragem de encarar tanto texto, adianto que o Mark Ibold continua tocando com eles, mesmo com a volta do Pavement.

***

O título do último disco, The eternal, já diz tudo. Unanimidade no rock alternativo, há 28 anos o Sonic Youth vem fazendo uma sinfonia de barulhos e experimentações que se estendem até aos instrumentos, frequentemente modificados pelos integrantes. Com o 16º disco lançado em junho, os já cinquentões se apresentam pela terceira vez no Brasil, como uma das atrações do festival Planeta Terra, que acontece dia 7 de novembro em São Paulo, e também traz outros dinossauros do rock, como Iggy & The Stooges e Primal Scream.

– Nós ainda não decidimos o repertório, mas imagino que vamos tocar nossas músicas novas, como estamos fazendo nos últimos shows, e outras músicas antigas, talvez umas duas do Daydream nation – especula Thurston Moore, guitarrista e vocalista da banda.

O último disco marca a volta da banda às gravadoras independentes: The eternal foi lançado pela Matador, depois de nove discos lançados pela Geffen. A mudança, segundo Moore, foi positiva, acrescentando que é “legal e interessante trabalhar com a Matador”.

O álbum é também o primeiro com a participação do baixista Mark Ibold, que começou a tocar com a banda em 2006, na turnê do disco Rather ripped, e agora é o quinto membro do Sonic Youth.

– É ótimo tocar com o Mark, ele é muito divertido e animado, adora conhecer as cidades a que vamos. Ele acorda às 6 da manhã e faz passeios de bicicleta ou procura lugares legais para comer. Mas não sei quais serão os planos dele em São Paulo, porque em um dia teremos ensaio, e no outro é o show, então será bem cansativo.

A anunciada volta do Pavement, antiga banda de Mark Ibold que foi um ícone nos anos 90, não significa um afastamento do baixista do Sonic Youth.

– Eles têm esses shows em 2010 que vão ter muita repercussão, mas Mark continua trabalhando com a gente – diz Moore.

Não é a primeira vez que o Sonic Youth trabalha com um quinto elemento. De 2000 a 2005, o quarteto (completado por Kim Gordon, voz, baixo e guitarra; Lee Ranaldo, guitarra e voz; e Steve Shelley, bateria) tinha a ajuda do músico Jim O'Rourke, que inclusive se apresentou com o grupo no último show no Brasil, em 2005. A mudança afeta a dinâmica e o som da banda.

– Isso permite que a Kim cante e toque mais, ancorada pelo baixo durante todo o set. Por muito tempo nós não tínhamos um baixo, um grave, quem fazia isso era o bumbo da bateria – explica Moore, já que agora Kim Gordon pode sair do baixo para tocar mais guitarra ou simplesmente cantar.

A postura indie e o som experimental do Sonic Youth fez com que muita gente estranhasse a participação recente da banda em um episódio do seriado Gossip girls, sobre jovens da elite de Manhattan. Moore diz que assiste o seriado por causa de sua filha adolescente, Coco, fruto de seu casamento com a companheira de banda Kim (os três já haviam tocado em um episódio da série Gilmore girls, em 2006).

– Eu sou muito influenciado por ela e pela cultura jovem, e gosto do seriado, acho muito engraçado na verdade. É interessante porque é um equilíbrio entre fantasia e realidade, eles têm bons atores jovens, ótimos personagens. É realmente engraçado porque eu cresci em Nova York e eu vejo os personagens indo do Brooklyn ao Upper East Side duas, três vezes ao dia. Eu não sei como eles fazem isso, é como se tivessem um tapete mágico – brinca Moore.

No episódio, Kim Gordon celebra o casamento de dois personagens da série, e a banda toca na cerimônia uma versão acústica de Star power, música feita em 1986, quando muitos dos fãs da série ainda nem eram nascidos. A banda aproveitou a aparição para lançar um single com a versão inédita da música, e também colocou à venda uma camiseta e um pôster de tiragem limitada de Star power. Mais lançamentos como este ainda não estão nos planos da banda.

– Talvez nós faremos mais coisas desse tipo. Fizemos muitos shows durante o verão e temos mais shows no inverno (do Hemisfério Norte), e após a turnê de The eternal irei focar no meu disco solo e numa editora de livros que estou criando.

O disco solo será o quarto de Moore; ele diz que está em processo de composição. Já a editora será lançada no ano que vem e vai se chamar Ecstatic Peace, mesmo nome do selo criado pelo guitarrista. O foco serão livros de arte.

– Sempre estive envolvido com isso, fazendo zines e publicações como um zine chamado Killer, que eu ainda faço. Também editei alguns livros em editoras maiores, e um dia me perguntaram se eu não gostaria de distribuir livros de arte. Claro que aceitei. Sempre estive muito envolvido com literatura, tanto quanto com a música.

Não só Moore passeia pelas letras, como também Lee Ranaldo, que já tem livros de poesia publicados. Kim Gordon também tem trabalhos extra-musicais, já tendo exibido e publicado alguns de seus trabalhos em artes plásticas, e pode ser uma das autoras com livros lançados pela Ecstatic Peace.

A participação mais recente de Moore no mundo dos livros foi em Grunge, obra que reúne fotos de Michael Lavine em torno de bandas e frequentadores da cena de Seattle. O guitarrista do Sonic Youth ficou responsável pelo prefácio e ganhou o nome na capa. Mas ele não acredita que exista um revival do grunge.

– Muitas pessoas estão sendo inspiradas pelo som das bandas daquela época, mas eu não acho que o grunge esteja voltando. As bandas novas podem fazer um som mais direto, como o Nirvana e Screaming Trees, mas não é uma volta. É como o punk rock, há sempre uma inspiração.

Completando quase três décadas de banda e ainda mantendo frescor e vitalidade nas composições – o último disco obteve uma das melhores posições que o grupo já teve nas paradas americanos – o Sonic Youth não acha que se reinventa a cada álbum.

– Não acho que exista essa necessidade de ter que se reinventar. O que nós fazemos é a expressão de um momento. Não sentimos esse tipo de pressão.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Slow Century

Corrão! O One Week Only nesta, dã, semana é o documentário Slow Century, do Pavement, a banda mais importante do indie que voltou e nem recebeu um post digno neste blog moribundo. Eles também vão ser curadores do All Tomorrow's Parties (função que já foi do My Bloody Valentine) e sim, a volta deles é melhor que a do MBV, do Pixies (que foi aquilo né?) e mesmo do Neutral Milk Hotel, se voltassem.
Clica antes da semana acabar para assistir, e observe bem a cara novinha do Mark Ibold, pra comparar quando vê-lo no Planeta Terra com o Sonic Youth.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Please stop hyperventilating: a "volta" do Pavement


Estou sem condições de escrever dignamente sobre essa turnê mundial do Pavement em 2010, então segue os links e abre o twitter:

Pitchfork: Pavement confirm 2010 world tour

Lembrando que tudo começou no ótimo Brooklyn Vegan.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

As voltas

Que os anos 90 estão voltando todo mundo já sabia, né?

O Faith No More voltou para uma turnê européia, sem o guitarrista Jim Martin.

O Blur voltou mesmo e vai tocar todos os discos da banda, na ordem.

Jerry Seinfeld vai voltar à TV americana (o episódio de 30 Rock não conta) com um reality show bizarro sobre famosos casados chamado “The Marriage Ref”.

Já comentei aqui sobre esse papo da volta do Pavement, mas a banda realmente se reuniu (sem Scott Kannberg) para tocar no casamento de Bob Nastanovich. Mas isso não é uma volta.

Pavement versão banda baile = noiva chorando

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Curtas


Aqui tem mais.

Mais uma seguidora da tendência Radiohead: Courtney Love disponibilizará Nobody's Daughter pelo preço que você quiser. Mas ela mesma reconhece que não tem muita gente afoita pelo novo disco, que sai em fevereiro.

Sobre a volta do Pavement no Coachella 2009, eu fico com titio Sílvio: só acredito vendo. Há uma grande diferença entre o Spiral Stairs dizer que toparia e o Estevão realmente deixar de lado o Jicks para isso. UPDATE: Acabei de ver que o Pitchfork concorda comigo (é um papo muito legal, mas só isso por enquanto, e nem novo é).

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Curtas

Bacana a história que o Paulo Terron resgatou sobre o Bowie e as várias versões de "My Way". Ou "Comme d'habitude". Ou "life on Mars?". A imagem também é do With Lasers.

O novo disco do Animal Collective, Merriweather Post Pavilion, tentou, tentou, e depois de muito esforço e censura conseguiu vazar, inteiro, na internet. É aquele da capa com ilusão de ótica.

Não vou comentar sobre a reedição especial super luxo do Ten. Nem do Brighten the Corners. Não que não merecesse... Por outro lado, arrependi de não ter comentado sobre o EP da Cat Power, Dark End of the Street, na época do lançamento.

Não queria fazer aquele post para dizer que estou em recesso de fim de ano, mas está difícil de postar no fim de ano. Com sorte, janeiro vai ser um mês movimentado por aqui.

domingo, 7 de dezembro de 2008

Indieoteca básica

Pavement - Gold Soundz


Dinosaur Jr - Freak Scene


Guided by Voices - I am a scientist


Sebadoh - Ocean

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

As roupas de Kim Gordon (à venda)

Kim Gordon, do Sonic Youth, está lançando uma linha de roupas, junto com os amigos Melinda Wansbrough e Jeffrey Monteiro. A primeira peça da marca,que se chama Mirror/Dash (nome também de um projeto paralelo de Kim e Thurston Moore), é uma jaqueta militar inspirada em Françoise Hardy. A edição é limitada: apenas 50 jaquetas serão vendidas. Quem tiver 415 dólares sobrando pode comprar no site.Kim Gordon diz que há uma necessidade de roupas bacanas para mães. A baixista, que sempre se vestiu bem, continua estilosa mesmo depois de ter a filha Coco, e já foi vista nas front rows (as disputadíssimas primeiras filas dos desfiles) da New York Fashion Week. Ela também gosta de usar vestidos nos shows, que não sejam pretos, para constrastar com a música "pesada" e com a idéia de que roqueiros só vestem roupas de couro preto.
Quebrando o baixo de vestido rosa
Sem baixo e com brilhos - reconhece esse aí do lado?

Mais uma prova de que Kim sempre esteve envolvida com moda é o clipe de "Sugar Kane", que foi filmado nos bastidores de um desfile de Marc Jacobs em 1993. O tema da coleção era o grunge, o que dá para perceber pelo vídeo. Falando em grunge, ele está completando 20 anos, ou seja, já é o novo hype (sabe a teoria dos 20 anos?). Faz um tempinho que ele vem voltando, seja pela onda de shows ou por causa das camisas de flanela xadrez reaparecendo pelas ruas. A próxima edição da revista Quem terá um editorial inspirado na "moda grunge", com gancho na data.

terça-feira, 23 de setembro de 2008

100 maiores álbuns de indie rock

Enquanto eu preparo os próximos posts, fiquem com a lista que a Blender fez em dezembro com os 100 maiores álbuns de indie rock. Já adianto que o primeiro lugar foi para o Pavement e que o R.E.M. está entre os 10 primeiros. O Stephen Malkmus acha que o Velvet Underground devia ter ficado no topo da lista...

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

As boas bandas estão na Matador

Após duas décadas com a Universal Music, o Sonic Youth assinou com o selo Matador. Thurston Moore afirmou que os últimos cds da banda ficaram comprometidos por estarem numa grande gravadora, e comemorou a volta à independência. Em 2009 poderemos ver no que a maior liberdade criativa resultará para a banda, quando o novo disco for lançado.
A Matador* é um dos selos mais bacanas por aí, tendo no catálogo nomes como Cat Power, Pavement, Belle & Sebastian, Guided by Voices, Yo la Tengo (só para ficar com as "clássicas"). E é deles também o DVD que deveria ser item básico de qualquer videoteca de música indie. "Everything is nice/What's up Matador" é a junção de duas coletâneas que foram lançadas pelo selo, sendo uma delas a de comemoração do décimo aniversário. É um dois-em-um cheio de clipes legais, olha só:

1. Pyromaniax / Backdraft - Arsonists
2. Palomine - Bettie Serveert
3. Cross Bones Style / Nude As The News - Cat Power
4. Satanic Rockers - Chain Gang
5. Break Up Your Band / Unreal Is Here - Chavez
6. Star Fruits Surf Rider - Cornelius
7. Auditorium / Motor Away - Guided By Voices
8. Jet Generation - Guitar Wolf
9. Honeycomb / Pat's Trick - Helium
10. Range Life / Cut Your Hair - Pavement
11. Jealousy - Liz Phair
12. I Hear a Symphony / Twiggy Twiggy - Pizzicato Five
13. Rollercoaster - Railroad Jerk
14. Christmas Trip - Run On
15. Wet Firecracker - Silkworm
16. Solex All Licketysplit - Solex
17. Talk About The Blues / Flavor - The Jon Spencer Blues Explosion
18. Not Turning Off - Spoon
19. Sugarcube / From a Motel 6 - Yo La Tengo


Não achei o DVD para download na internet, mas dá para comprar aqui ou na Americanas.com, por um preço super acessível. Foi através dele que eu conheci um dos clipes mais sem noção da história, "Break up your band", do Chavez (clica que a música é boa).


* Eu só consigo falar "a Matador", apesar de ser um selo, e matador ser um substantivo masculino.