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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Mais Those Dancing Days

Saiu mais um clipe do novo disco do Those Dancing Days, da música "I'll Be Yours".


Pelo que deu para sentir com essa música e "Fuckarias", Daydreams & Nightmares vai ser bem melhor que In Our Space Hero Suits. O novo álbum será lançado em 7 de março.

UPDATE
Tinha dado bobeira e nem vi que antes de "I'll Be Yours" elas tinham lançado outro clipe, "Reaching Forward". Achei esperta essa tática de mostrar vários clipes antes do disco sair.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Música nova do Those Dancing Days

As lindas suecas do Those Dancing Days lançaram música nova! É "Fuckarias", primeiro single do disco Daydreams and Nightmares, que sai dia 1 de março.



Confesso que estava receosa, mas a música é ótima. Os teclados ficam mais estridentes e elas estão mais indie-dançante-hipster do que o indie pop do primeiro disco, mas continuam umas graças.

Ah, dá para fazer o download da música no site da banda.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Música nova do Jens Lekman


"The End of the World is Bigger than Love", cata aí:









quinta-feira, 8 de abril de 2010

Curtas


Massa essa foto do Kurt fichado né? Vi no blog do Bracin.

RIP Malcolm McLaren.

E esse Woodstock no Brasil, hein?

What's the matter with Sweden?

Já viu a TV Trama? Três vezes por semana tem transmissão ao vivo do ensaio de alguma banda bacana.

Kele Okereke solo. E dance.

sábado, 19 de setembro de 2009

Sebastien Tellier só pensa naquilo

Enquanto não vem o posto digno sobre a volta do Pavement e outros que estão nos meus planos (mari, sobre o show do Sonic Youth, acho que vou fazer um post sobre o Planeta Terra), vou colar aqui a matéria que fiz para o JB de hoje sobre o show do Sebastien Tellier no Rio + Invasão Sueca. Confere aí o francês tarado:

Sébastien Tellier costuma dizer que cria música para excitar as pessoas. O excêntrico cantor e compositor francês, que, não por coincidência, deu o nome Sexuality ao seu último disco, lançado em 2008, se apresenta sábado no Circo Voador e faz planos ousados para a estadia na cidade.

– Gostaria de tocar numa praia do Rio com todo mundo fazendo sexo durante o show – ironiza Tellier, que interrompeu o ensaio de seu show em São Paulo, na quinta-feira, para conversar com o Jornal do Brasil. – Os shows aqui são muito importantes para mim, quero que esta turnê seja tão boa quanto possível.

Para sua passagem pelo país, que também incluiu um show sexta-feira no festival Coquetel Molotov, no Recife, o cantor, que toca ao lado de uma banda de Los Angeles, previu dias de muito calor.

– Adaptei minhas músicas para a energia das performances ao vivo. Vamos tentar elevar a temperatura dos palcos – promete Tellier.

O francês diz que suas músicas exploram o “conceito latino de sensualidade”. Questionado se acha que irá aprender mais sobre o assunto na passagem pelo Brasil, no entanto, Tellier não demonstra muito interesse.

– As brasileiras são conhecidas por serem muito sensuais, mas como estou apaixonado por uma garota, todas as outras mulheres são como homens para mim – garante.

Ele parece mais interessado na música brasileira. Conta que acabou de descobrir Tim Maia, o que foi “uma revelação:

– Gosto do calor da música brasileira em geral.

Roupas de ginástica femininas

Parte da fama libidinosa veio do single Sexual sportswear, em que revela sua fantasia com as roupas de ginástica femininas. Mas o cantor faz questão de mostrar que seu disco não trata do assunto de maneira vulgar, mas com naturalidade.

– Sexuality foi uma oportunidade de mostrar meu amor pelo prazer. A mensagem é que você tem que ser um cavalheiro, o que é o oposto da vulgaridade.

Sébastien Tellier começou a carreira com o álbum L'incroyable Verité (2001), que ganhou visibilidade após uma turnê abrindo os shows da banda francesa Air. A faixa Fantino entrou na trilha sonora do filme Encontros e desencontros (2003), de Sofia Coppola. Ele também foi responsável pelas músicas de cena de Narco, longa francês lançado em 2004.

Ele já chegou a definir sua música como “r&b intelectual”, numa tentativa de distanciar seu som mais eletrônico do r&b americano de cantores como Beyoncé e Justin Timberlake. Sexuality foi produzido por Guy-Manuel de Homem-Christo, que faz parte da também francesa Daft Punk.

– Ele trabalha de forma muito doce e tranquilizadora. Não precisávamos nem conversar, nós nos entendemos perfeitamente – conta o cantor, que esmiuça seu peculiar processo de composição: – Eu acordo, vou para o meu piano e toco de olhos fechados até escutar uma boa harmonia.

Suecos 'invadem' com o apoio da França

A passagem de Sébastien Tellier por Recife será acompanhada de outros sotaques. A Invasão Sueca, projeto que todos os anos traz novos nomes do país ao Brasil, vai dividir o palco do Coquetel Molotov com o francês – que tem como companheiros de turnê os conterrâneos Zombie Zombie e François Virot, todos trazidos com o apoio do Ano da França no Brasil.

Those Dancing Days, Britta Persson e Loney, Dear são os nomes selecionados para representar a Suécia, país que conhecido como celeiro de bandas pop e indie de qualidade.

– Parece que os suecos têm muita criatividade, e se sentem confiantes com essa característica – diz Emil Svanängen, mais conhecido pelo nome Loney, Dear, sob o qual se apresenta. – É financeiramente possível, você não tem que se preocupar tanto.

Svanängen se refere ao apoio dado pelo governo sueco às bandas, que acontece “num nível mais alto” que nos outros países.

Com apoio do Swedish Institute, a Invasão Sueca já está no quarto ano de atividade. Nesta edição, abrange várias vertentes do pop: o grupo de cinco meninas Those Dancing Days faz música doce e dançante; a cantora Britta Persson é mais calma e romântica; e o multiinstrumentista Loney, Dear explora mais os recursos eletrônicos.

Além de divulgar a música sueca por aqui, os shows também servem para ampliar o repertório brasileiro das bandas convidadas.

– Ainda não ouvi muita coisa. É claro que conheço o CSS, por causa do remix que fizeram da minha música (The city, the airport, do disco Sologne). E também o ministro-cantor – conta, referindo-se ao agora ex-dono da pasta da Cultura Gilberto Gil.

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Jens Lekman de volta ao Brasil

João Leigo tocará mais uma vez no Brasil, em junho. Ele passará em São Paulo (Studio SP) no dia 13, Porto Alegre (Santander) no dia 14, Recife (UK Pub) no dia 16 e no dia 17 em Curitiba (Era Só o Que Faltava). Jens ainda estica para Buenos Aires e Santiago.
Vai ser uma ótima oportunidade para perguntar para o sueco quais as influências brasileiras na música dele.

Via Revista O Grito!

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Clipe da semana



Só para pagar de indie.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Indie sueco


O mundo (da música) descobriu a Suécia com o Abba, e depois disso a terrinha nórdica não parou de produzir o que chamo de melhor pop do mundo. Abaixo você entende o porquê, no pequeno guia de indie sueco do Indieoteca.

Peter Bjorn and John
A banda do hit mais (literalmente) assobiável do mundo prova que pop é com a Suécia mesmo. Mas eles mesmos brincam com a iminência do "one hit wonder", como no clipe de "Hey Shut the Fuck Up Boy". Além da divulgação diferenciada que eles vêm fazendo das últimas músicas, a banda mostra que está muito além do pop assobiável - não só estilisticamente como na capacidade de criar mais hits.




Jens Lekman
O João Leigo é responsável por uma das melhores canções de amor já feitas. "Maple Leaves" é também um ótimo exemplo das lindas composições deste sueco e das letras bonitas e com jogos de palavras, que surpreendem pela criatividade e por serem feitos por um não-falante nato da língua inglesa. Com suas músicas às vezes depressivas, às vezes românticas e outras divertidas - com direito a miados de gato, risadas e gravações aparentemente feitas num bar ou festa - Lekman conquistou, merecidamente, os indies do mundo. No vídeo, ele toca "Black Cab" no Black Cab Sessions.




Those Dancing Days
Uma mentira acabou divulgando o Those Dancing Days ao redor do mundo. Quem foi conferir a oferta do beijo no eBay (leia-se: a vocalista Linnea) acabou ficando para conferir também o som da banda. Com carisma e simplicidade elas fazem um pop redondo e viciante, resultado da combinação meninas + indie + pista de dança. A bateria e os teclados conduzem as músicas, coroadas pela boa voz de Linnea. O clima de diversão presente nos clipes e os rostinhos bonitos são bônus.




I'm from Barcelona
A banda de 29 integrantes que não é de Barcelona conquistou o mundo em 2006, com suas letras singelas e um pop doce (mas nem tanto) e divertido que por vezes remete ao também super-grupo The Polyphonic Spree. O último disco, lançado em 2008, passou um pouco batido, mas "Who Killed Harry Houdini?" tem a mesma qualidade que divulgou o grupo em "Let me Introduce My Friends". Que bom que a música ainda não matou o I'm From Barcelona.




Suburban Kids with Biblical Names
A dupla Johan Hedberg e Peter Gunnarson tirou o nome da banda da música "People", do Silver Jews, mas não deixam de ter nomes bíblicos. A banda já foi atração do Invasão Sueca em 2007, dois anos após lançarem o primeiro CD cheio na Suécia, o #3 (#1 e #2 são os nomes dos dois primeiros EPs). Em "Loop duplicates my heart" eles contam sobre o processo de composição, e em "Rent a wreck", contam os planos de tranformar todas as pistas de dança em infernos flamejantes de Ba-ba-ba. O EP #4 vai ser lançado em 2009 e já pode ser baixado na internet.




The Cardigans
O Cardigans é o exemplar menos indie da vocação sueca para o pop, já que alcançou o mainstream após o super hit "Lovefool". Passado o hype, o público que ainda acompanha a banda seja mais indie do que pop. Este ano a vocalista Nina Persson lançará o segundo CD de seu projeto solo chamado A Camp, cheio de participações de peso.




sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Lições de pop com Those Dancing Days


Vazou o novo - e primeiro - disco do Those Dancing Days, In Our Space Hero Suits, que deve ser lançado oficialmente no começo de outubro (mas quem liga para isso? Vai no Wannabe a blog, clica na foto e baixa agora!).
O disco tem duas músicas do EP, "Hitten" e "Those Dancing Days", além de "Run Run", que já tinha sido lançada como single, e tem até clipe (que está ali embaixo). Se o EP já era ótimo e viciante, nove músicas inéditas são um deleite. É o melhor exemplo de pop de qualidade, músicas grudentas mas nem tanto, dançantes, quase pueris. Já tinha falado aqui da baterista e tecladista, e no disco as guitarras antes escondidas ganham mais força, a bateria está mais dançante e forte, o vocal de Linnea como sempre maravilhoso, transmitindo doçura e segurança ao mesmo tempo.
É impressionante como os suecos têm uma vocação para o pop, produzindo um número enorme de bandas ótimas. Melhor do que ler é ouvir um pouquinho das meninas:



ps.: Diferente do que eu tinha dito no outro post, a guitarrista Rebecka me disse que a história do leilão de beijo era mentira. Quem quis queimar o filme das meninas acabou divulgando a banda mundo afora...

E ainda são lindas e estilosas...

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Quero ter uma banda só de meninas

Taí uma coisa que nunca tive, apesar de ser mulher e tocar bateria. Mas a vontade surgiu hoje ao ver/ouvir as oportunistas garotas suecas do Those Dancing Days. Elas conseguiram divulgar a banda de uma maneira inusitada: estão leiloando um beijo no eBay. Mas o dinheiro vai para a caridade, claro. Esta maneira heterodoxa de divulgação causa uma má impressão, mas a banda é legal.



A baterista é a banda. Para quem acha que mulher não sabe tocar bateria* , ela dá um caldo. A tecladista é uma fofa e suas criações no teclado também são essenciais nas músicas. E a vocalista sabe muito bem como olhar para a câmera (e conquistar o público sem ele saber). Saber liderar é uma característica que (quase) todo vocalista deveria ter. Fora que elas têm um estilo incrível (alô meninas indies de plantão, é muito mais legal copiar os looks delas do que os da Lovefoxxx).



Para quem acha que eu estava mentindo quando falei que a baterista é legal, taí a banda ao vivo.
Como eu ainda não tenho credibilidade, vou linkar uma resenha que o Kid Vinil fez das garotas.


* Se você é um idiota que pensa isso, nunca ouviu Yo La Tengo.