Corrão! O One Week Only nesta, dã, semana é o documentário Slow Century, do Pavement, a banda mais importante do indie que voltou e nem recebeu um post digno neste blog moribundo. Eles também vão ser curadores do All Tomorrow's Parties (função que já foi do My Bloody Valentine) e sim, a volta deles é melhor que a do MBV, do Pixies (que foi aquilo né?) e mesmo do Neutral Milk Hotel, se voltassem.
Clica antes da semana acabar para assistir, e observe bem a cara novinha do Mark Ibold, pra comparar quando vê-lo no Planeta Terra com o Sonic Youth.
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segunda-feira, 12 de outubro de 2009
domingo, 19 de abril de 2009
Quer ver o Coachella?
Não sei se todo mundo já sabe, mas dá pra assistir o Coachella ao vivo neste site. Hoje é o último dia, então a única coisa boa que sobrou é Peter Bjorn and John, que deve ser lá pras 22h. Segundo o Ortega, a qualidade do som e do vídeo é boa.
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quarta-feira, 25 de março de 2009
Notas sobre o show do Radiohead
Os cambistas do Rio são cabulosos. Os taxistas também.
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Cheguei mais ou menos na quarta música do Kraftwerk. O show foi o que eu esperava, talvez mais legal (já esperava coisa boa). As músicas são bem bacanas, e mesmo os quatro ficando lá parados ("mexendo no msn", rs), o show tem momentos de animação, acho que o telão fica por conta disso. Gostei mais de "Radioactivity" e "Robots" - e não duvido que aqueles sejam os caras de verdade.
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A dor de estômago, o cansaço e a falta de coragem de chegar mais perto do palco me prejudicaram no show do Radiohead (mas no próximo isso vai mudar). Mesmo assim, foi realmente tudo o que todo mundo falou, mesmo que um pouco menos emocionante para mim. É tudo perfeito, os caras tocam muito bem, e fiquei muito impressionada com o Thom Yorke, é a primeira vez que vejo alguém cantando melhor ao vivo que nos discos. Aquelas imagens, gravadas e editadas na hora, são tão fodas que eu compraria um DVD com aquilo se lançassem. Mesmo com os contratempos, era impossível não se render a músicas como "Karma Police", "No Surprises" e "Paranoid Android". Confesso que em algumas canções mais lentas eu aproveitava para descansar o pescoço (por favor não em batam). Acho que esse resuminho não está ajudando muito, quem quiser algo melhor pode ler o texto do Ortega no Pílula.
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Desculpem pela falta de tempo. Eu nunca tenho tempo, mas agora a situação está crítica, então não devo conseguir atualizar muito. Mas estou preparando uns posts mais "autorais", assim que der publico.
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Cheguei mais ou menos na quarta música do Kraftwerk. O show foi o que eu esperava, talvez mais legal (já esperava coisa boa). As músicas são bem bacanas, e mesmo os quatro ficando lá parados ("mexendo no msn", rs), o show tem momentos de animação, acho que o telão fica por conta disso. Gostei mais de "Radioactivity" e "Robots" - e não duvido que aqueles sejam os caras de verdade.
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A dor de estômago, o cansaço e a falta de coragem de chegar mais perto do palco me prejudicaram no show do Radiohead (mas no próximo isso vai mudar). Mesmo assim, foi realmente tudo o que todo mundo falou, mesmo que um pouco menos emocionante para mim. É tudo perfeito, os caras tocam muito bem, e fiquei muito impressionada com o Thom Yorke, é a primeira vez que vejo alguém cantando melhor ao vivo que nos discos. Aquelas imagens, gravadas e editadas na hora, são tão fodas que eu compraria um DVD com aquilo se lançassem. Mesmo com os contratempos, era impossível não se render a músicas como "Karma Police", "No Surprises" e "Paranoid Android". Confesso que em algumas canções mais lentas eu aproveitava para descansar o pescoço (por favor não em batam). Acho que esse resuminho não está ajudando muito, quem quiser algo melhor pode ler o texto do Ortega no Pílula.
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Desculpem pela falta de tempo. Eu nunca tenho tempo, mas agora a situação está crítica, então não devo conseguir atualizar muito. Mas estou preparando uns posts mais "autorais", assim que der publico.
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quinta-feira, 5 de março de 2009
Fim do Tim ou A crise afeta até os indies
A operadora Tim não irá mais patrocinar o Tim Festival, um dos principais festivais de música do país. A empresa pretende investir em outras ações de marketing. A Duetto, produtora do festival que já se chamou Free Jazz, diz que irá procurar outro patrocinador.
O fim do Tim vinha sendo profetizado pelo Lúcio Ribeiro desde o ano passado, quando o festival mostrava sinais de decadência, mas a "descontinuidade" do patrocínio parece mais um dos efeitos da tal crise. Agora o Planeta Terra sobe de vez no posto de principal evento de música pop do país.
(texto publicado originalmente no Plantão do Pílula Pop)
O fim do Tim vinha sendo profetizado pelo Lúcio Ribeiro desde o ano passado, quando o festival mostrava sinais de decadência, mas a "descontinuidade" do patrocínio parece mais um dos efeitos da tal crise. Agora o Planeta Terra sobe de vez no posto de principal evento de música pop do país.
(texto publicado originalmente no Plantão do Pílula Pop)
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Curtas

Se a programação do Coachella dava uma invejinha, a do Boonaroo é de chorar. Nem dá para citar as melhores bandas, de tantas que são.
O "bring Gogol Bordello to Belo Horizonte" deve ter sofrido um desvio - e o Eugene Hutz vai parar no Recife, no carnaval, com o Mundo Livre S/A.
Calypso concorrendo ao Nobel da Paz. Ximbinha e Joelma podem descansar esta noite, o plano para dominar o mundo parece estar dando certo.
(Um oferecimento do Trabalho Sujo)
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segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Los Hermanos de volta e abrindo para o Radiohead

Além do headliner Radiohead e do Kraftwerk, o Just a Fest terá mais uma atração: Los Hermanos. A informação é do blog URBe, que confirma os boatos de que a banda sairia da hibernação. Ainda não há confirmação oficial no site do festival, mas para quem quiser tentar a sorte ainda restam ingressos para o show do Rio de Janeiro.
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Curtas
Eu e meu recente caso de amor com o Trabalho Sujo.Parece que o meu Festival dos Sonhos está virando realidade. O Of Montreal vai tocar no Brasil em maio, num festival com Silver Jews e Born Ruffians! Nada confirmado, mas com Wilco, Sonic Youth, Radiohead, Little Joy e agora esse suposto festival, 2009 promete!
Não sou só eu que ainda estou meio tonta e tentando entender a entrevista da Mallu Magalhães para a Época. Minhas suspeitas de que ela usa drogas estão se confirmando. Sair para dançar dentro de você mesma (e fora não, mas é legal), fugir com o circo, ser um adulto-criança-adulto-triste-feliz... Pelo menos uma parte foi esclarecedora: jornalista é aquele que, para entrar em contato com seus ídolos, foge com o circo e entrevista as pessoas no caminho. Ah bom...
Venho reparando que os artistas (jovens, tipo Júnior e Mallu), ficam dizendo que ouvem música na internet mas não baixam, pois quando gostam da banda compram o CD. Papo de gravadora, não?
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sábado, 29 de novembro de 2008
O festival dos sonhos
Na cobertura do Planeta Terra, além de falar do festival também comentei que queria ter ido ao Tim Festival deste ano, e que minha melhor experiência com festivais foi em 2005, no Claro q é Rock. Pensando nisso (e nos futuros festivais) e como boa pisciana que sou, idealizei meu festival perfeito.
Para começar, o local: o ideal seria que fosse em Belo Horizonte, mas não vou idealizar tanto assim. Teria que acontecer, pelo menos, no Rio e em São Paulo, com as mesmas atrações.
A estrutura tinha que ser a mesma do Terra e do Claro q é Rock: muuuitos banheiros químicos, com plantinhas para não dar cheiro ruim. Área para descanso (chill out) e muitos bares, mas de preferência com opções mais variadas de comidas e um preço mais em conta!
O ingresso tinha que dar acesso a todos os palcos e atrações. Isso é básico, acho uma vergonha entrar num lugar e ser proibido de utilizar todo o espaço, e comprar mais de um ingresso para o mesmo festival.
Agora, o que interessa: o line-up. Seriam dois palcos, um de frente para o outro, sem shows simultâneos. E as atrações, estas:
Podendo também incluir The Strokes, Kings of Leon, Sonic Youth (nunca é demais)... acho que a lista não termina. Posso começar a comemorar: Little Joy toca aqui (incluindo BH) em janeiro, já existem boatos de Sonic Youth e Wilco, e tem o Radiohead, que tava esperando pela zica mas pelo visto vai rolar meishmo. Mas todas as bandas não estão no mesmo festival, né?
Qual o festival dos sonhos de vocês?
Para começar, o local: o ideal seria que fosse em Belo Horizonte, mas não vou idealizar tanto assim. Teria que acontecer, pelo menos, no Rio e em São Paulo, com as mesmas atrações.
A estrutura tinha que ser a mesma do Terra e do Claro q é Rock: muuuitos banheiros químicos, com plantinhas para não dar cheiro ruim. Área para descanso (chill out) e muitos bares, mas de preferência com opções mais variadas de comidas e um preço mais em conta!
O ingresso tinha que dar acesso a todos os palcos e atrações. Isso é básico, acho uma vergonha entrar num lugar e ser proibido de utilizar todo o espaço, e comprar mais de um ingresso para o mesmo festival.
Agora, o que interessa: o line-up. Seriam dois palcos, um de frente para o outro, sem shows simultâneos. E as atrações, estas:
Broken Social Scene
Beirut
Yo La Tengo
Stephen Malkmus & The Jicks
Of Montreal
...and you will know us by the Trail of Dead
Those Dancing Days
Wilco
Beirut
Yo La Tengo
Stephen Malkmus & The Jicks
Of Montreal
...and you will know us by the Trail of Dead
Those Dancing Days
Wilco
Podendo também incluir The Strokes, Kings of Leon, Sonic Youth (nunca é demais)... acho que a lista não termina. Posso começar a comemorar: Little Joy toca aqui (incluindo BH) em janeiro, já existem boatos de Sonic Youth e Wilco, e tem o Radiohead, que tava esperando pela zica mas pelo visto vai rolar meishmo. Mas todas as bandas não estão no mesmo festival, né?
Qual o festival dos sonhos de vocês?
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sexta-feira, 28 de novembro de 2008
Final de semana em BH
Muitas opções boas neste final de semana (o que é raro!).
SEXTA-FEIRA
Show do Zefirina Bomba n'A Obra. A banda de noisecoregroovecocoenvenenado se apresenta pontualmente às 23h, com ingressos a 12 reais. Quem não conhece pode visitar o MySpace deles.
53 HC Fest. O primeiro dia do festival acontece no Bar Brasil, a partir das 20h. As atrações são: Dead Fish (ES), Confronto (RJ), Cervical (RJ), Crossfire (MG), Enne (MG), Dilúvio (MG) e Do it yourself (MG). Ingressos a 25 reais na portaria.
SÁBADO
"Indie de raiz" no Usina. Porquinho, fernanda e Nina fazem um ménage nas picapes a partir das 20h, com couvert a três reais.
53 HC Fest. No sábado vão para o Lapa Multshow as bandas Inocentes (SP), Canastra (RJ), Sick Sick Sinners (PR), Sapatos Bicolores (DF), The Folsoms (MG), Carolina diz (MG) e Manolos Funk (MG). A discotecagem fica por conta de Rodrigo Barba (Los Hermanos, Canastra).
DOMINGO
52 HC Fest. Último dia do festival, agora no Armazém 841. Noite do mal com Matanza (RJ), Chakal (MG), DFC (DF), Madame Saatan (PA), Lobotomia (SP), Irônika (MG), The Junkie Dogs (MG) e Severa (MG).
SEXTA-FEIRA
Show do Zefirina Bomba n'A Obra. A banda de noisecoregroovecocoenvenenado se apresenta pontualmente às 23h, com ingressos a 12 reais. Quem não conhece pode visitar o MySpace deles.
53 HC Fest. O primeiro dia do festival acontece no Bar Brasil, a partir das 20h. As atrações são: Dead Fish (ES), Confronto (RJ), Cervical (RJ), Crossfire (MG), Enne (MG), Dilúvio (MG) e Do it yourself (MG). Ingressos a 25 reais na portaria.
SÁBADO
"Indie de raiz" no Usina. Porquinho, fernanda e Nina fazem um ménage nas picapes a partir das 20h, com couvert a três reais.
53 HC Fest. No sábado vão para o Lapa Multshow as bandas Inocentes (SP), Canastra (RJ), Sick Sick Sinners (PR), Sapatos Bicolores (DF), The Folsoms (MG), Carolina diz (MG) e Manolos Funk (MG). A discotecagem fica por conta de Rodrigo Barba (Los Hermanos, Canastra).
DOMINGO
52 HC Fest. Último dia do festival, agora no Armazém 841. Noite do mal com Matanza (RJ), Chakal (MG), DFC (DF), Madame Saatan (PA), Lobotomia (SP), Irônika (MG), The Junkie Dogs (MG) e Severa (MG).
sábado, 22 de novembro de 2008
Curtas
Você sabe o que é, mesmo sem o M amarelo. É uma loja do McDonalds inaugurada no Japão que não tem nome, tudo é preto e vermelho, e as únicas opções no cardápio são combo de quarteirão com queijo simples ou duplo. Retirado daqui.Little Joy vai tocar no Brasil, de 23 a 31 de janeiro, no Rio, São Paulo, Salvador e... Belo Horizonte! A informação é do Lúcio
Neste final de semana em BH rola o arte.mov, em Goiânia, o Goiânia Noise, em São Paulo, o SP Noise. Alguém foi e quer comentar?
Pushing Daisies foi cancelada; Will Smith protagonizará a refilmagem de Oldboy. Medo.
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
Eletronika 2008
Não vou fazer uma "cobertura" do festival, porque já o fiz (com Ort e Campa) no Pílula Pop. Mas mesmo sem ter ganhado cortesias para escrever sobre o Eletronika aqui, gostaria de fazer algumas considerações:
* Dos shows que assisti, muitos foram bons, mas nenhum sensacional.
* Era mais legal ficar no "lounge" do Grande Teatro ou no café perto do João Ceschiatti do que dentro dos teatros. Lá você podia ficar em pé, conversar, beber, tentar ser alguém na noite, andar de um lado para o outro... coisas que normalmente se faz em shows, mas não nesses, no clima duro dos teatros do Palácio das Artes, onde a gente fica até com dúvida se desliga ou não o celular. Tem toda essa coisa de shows no teatro serem legais, mas não gostei do Eletronika no Palácio.
* O que a pessoa que determinou o preço dos ingressos estava pensando? Queriam ver nossa cara de incredibilidade? Foi um line-up ótimo considerando as atrações nacionais, mas acho que tudo funcionava no conjunto, não com as bandas separadas. E aí gente como a menina que veio de SP só para ver monno não pôde nem assistir a outros shows, porque o ingresso era só para o show da banda e ela não tinha mais dinheiro.
* Estou impressionada com a tietagem em cima de Mallu Magalhães. Ela é uma gracinha, eu mesma queria uma foto. Mas as pessoas estão fora de controle. É a Ivete Sangallo dos indies. É a volta dos rolos de papel higiênico cheio de marcas de beijo. Depois passem no MySpace dela para ver o tanto de amizade platônica que existe no mundo...
Resumindo, o Eletronika 2008 foi divertido, deslocado e caro.
* Dos shows que assisti, muitos foram bons, mas nenhum sensacional.
* Era mais legal ficar no "lounge" do Grande Teatro ou no café perto do João Ceschiatti do que dentro dos teatros. Lá você podia ficar em pé, conversar, beber, tentar ser alguém na noite, andar de um lado para o outro... coisas que normalmente se faz em shows, mas não nesses, no clima duro dos teatros do Palácio das Artes, onde a gente fica até com dúvida se desliga ou não o celular. Tem toda essa coisa de shows no teatro serem legais, mas não gostei do Eletronika no Palácio.
* O que a pessoa que determinou o preço dos ingressos estava pensando? Queriam ver nossa cara de incredibilidade? Foi um line-up ótimo considerando as atrações nacionais, mas acho que tudo funcionava no conjunto, não com as bandas separadas. E aí gente como a menina que veio de SP só para ver monno não pôde nem assistir a outros shows, porque o ingresso era só para o show da banda e ela não tinha mais dinheiro.
* Estou impressionada com a tietagem em cima de Mallu Magalhães. Ela é uma gracinha, eu mesma queria uma foto. Mas as pessoas estão fora de controle. É a Ivete Sangallo dos indies. É a volta dos rolos de papel higiênico cheio de marcas de beijo. Depois passem no MySpace dela para ver o tanto de amizade platônica que existe no mundo...
Resumindo, o Eletronika 2008 foi divertido, deslocado e caro.
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