Lançados esta semana.
"It's Working", do MGMT, do mesmo diretor de "D.A.N.C.E." do Justice.
"End Love", do OK Go. O engraçado foi que dessa vez a música ficou na minha cabeça. Mas já saiu.
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quinta-feira, 17 de junho de 2010
terça-feira, 30 de março de 2010
Clipe novo do MGMT

Ainda não ouvi o disco novo, que muita gente não gostou, mas curti o clipe de "Flash Delirium". Tem uma parte que dá nervoso, então prepare-se.
Não dá para embedar, então você tem que clicar aqui ou aqui para assistir.
Congratulations já vazou, já está no site para streaming, mas tem lançamento oficial marcado para dia 13 de abril. A foto é do Pitchfork :P
quarta-feira, 10 de março de 2010
Curtas

Ouviram a nova do MGMT? Eu curti. O disco Congratulations sai dia 13 de abril.
A turnê gratuita do Pata de Elefante ainda passa por BH e POA, saca só.
As criancinhas cantando Lisztomania. São as mesmas que cantaram Sleepyhead com o cara do Passion Pit. E tem mais indiezices lá.
Entrevista com os também amantes de guacamole Local Natives.
RIP Mark Linkous.
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sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Beck toca Leonard Cohen
Continuando o projeto de covers, Beck agora irá estragar regravar com amigos o disco Songs of Leonard Cohen. A primeira música, Suzanne, já foi postada no site do cantor, que chamou Devendra Banhart, MGMT e Binki Shapiro para a nova empreitada. Segundo o Pitchfork, eles quase escolheram o Ace Of Base ao invés de Leonard Cohen para os covers – o que eu acho que seria bem mais interessante.
Record Club: Songs Of Leonard Cohen "Suzanne" from Beck Hansen on Vimeo.
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sexta-feira, 22 de maio de 2009
Curtas

Weezer toca Kids, do MGMT, com um toque de Lady Gaga.
Weezer abre para o Blink 182. "Say it ain't so! I will not go! Turn the lights off! Carry me home!"
Cat Power fazendo turnê com Juliette Lewis, combinação mais saudável.
Caê caiu, e levou o Pílula Pop junto.
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
Podlist/Playcast #5 - Melhores de 2008
O Indieoteca não escapou das listas de final de ano, mas esta é bem curtinha e literalmente no final do ano. O podcast que é playlist tem como tema as cinco melhores músicas do ano. O critério foi a qualidade e também a representatividade daquele single, o que deixa, obviamente, "Sex on Fire" em primeiro lugar. A ordem das músicas é a ordem da lista, que é esta:
1. Sex On Fire - Kings of Leon
2. Oh My God - Ida Maria
3. Time to Pretend - MGMT
4. Left Behind - CSS
5. Dream Cars - Neon Neon
Destas, só duas músicas não tinham entrado em nenhum polist/playcast: "Time to Pretend", que deu lugar à "Kids" quando o tema foi Tim Festival, e "Oh My God", que em compensação ganhou um post com o clipe.
Muitas bandas ótimas ficaram de fora, como Little Joy e Those Dancing Days, porque a lista era de singles, e estas bandas apresentam trabalhos bons sem que algum single se destaque muito (o contrário daquela história...). Mas se fosse para ter um sexto e sétimo lugares, talvez eles fossem para "Brand New Start" e "Hitten".

1. Sex On Fire - Kings of Leon
2. Oh My God - Ida Maria
3. Time to Pretend - MGMT
4. Left Behind - CSS
5. Dream Cars - Neon Neon
Destas, só duas músicas não tinham entrado em nenhum polist/playcast: "Time to Pretend", que deu lugar à "Kids" quando o tema foi Tim Festival, e "Oh My God", que em compensação ganhou um post com o clipe.
Muitas bandas ótimas ficaram de fora, como Little Joy e Those Dancing Days, porque a lista era de singles, e estas bandas apresentam trabalhos bons sem que algum single se destaque muito (o contrário daquela história...). Mas se fosse para ter um sexto e sétimo lugares, talvez eles fossem para "Brand New Start" e "Hitten".
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terça-feira, 21 de outubro de 2008
Podlist/Playcast #2
O segundo podcast-que-é-playlist está pronto! O tema é "o melhor do Tim Festival", que com a saída do The Gossip do line-up, pensei que mudaria para "o melhor do Tim Festival mais o que sobrou". Mas o resultado ficou bem legal, e deu muita vontade de ir ao festival (oi? assessoria do Tim, me chama que eu vou!).
Do MGMT e Klaxons escolhi minhas músicas preferidas, e coincidentemente as primeiras que ouvi das duas bandas. Para completar tem Gogol Bordello, Neon Neon e The National, que conhecia pouco e achei parecido com Interpol (tendência Editors).
Para ouvir é só clicar aí embaixo e download é na página do Indieoteca no podOmatic.

Do MGMT e Klaxons escolhi minhas músicas preferidas, e coincidentemente as primeiras que ouvi das duas bandas. Para completar tem Gogol Bordello, Neon Neon e The National, que conhecia pouco e achei parecido com Interpol (tendência Editors).
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quinta-feira, 16 de outubro de 2008
O fenômeno das 2 músicas ou não acredite no hype
Já tinha comentado brevemente sobre isso na resenha do MGMT, e hoje li um texto muito interessante no Wannabe a blog que também fala desse fenômeno que acontece com as bandas (hype) ultimamente, de lançarem um álbum com apenas duas músicas boas, e as outras serem terríveis. No texto, o Bernardo fala que com o advento do MP3, as pessoas passaram a baixar música por música ao invés do CD inteiro, e as bandas começaram a fazer apenas um ou outro hit (foi mal, não vou usar a palavra "petardo"). Não é a toa que o AC/DC declarou recentemente que não quer que as pessoas baixem o novo disco, porque ele precisa ser ouvido inteiro, como uma unidade, e não em faixas separadas, mas isso não vem ao caso.
Mas acredito que essa não seja a única razão. Talvez a máquina do hype trabalhe mais rápido que a produção musical, e até se fazer um disco com 11 músicas decentes, a banda já se tornou obsoleta e outra já tomou seu lugar. Daí ter que se concentrar em 1 ou 2 hits e completar o CD com canções mal feitas, para ser lançado enquanto ainda existe o desejo de consumo. O que não entendo é que depois do MP3 a lógica da indústria musical foi modificada, mas os processos ainda ocorrem da maneira antiga. Por que a obrigatoriedade de se lançar CDs cheios (ou CDs por si só)? Por que não lançar apenas singles, física ou virtualmente, e tentar capitalizar com eles ou de outras maneiras mais criativas? Ou, se há mesmo a necessidade do disco físico, poderia se lançar apenas EPs, contendo de 3 a 5 músicas, com direito a uma ou duas ruins. Qualitativamente e finaceiramente, lançar vários EPs seria melhor do que criar músicas apenas para encher CD (e bandas novas ainda são novas, entende?).
A música, como quase tudo, desenvolve-se e toma consistência com o tempo. Antigamente era comum começarmos a ouvir uma banda e depois resgatar os primeiros álbuns, que costumavam ser piores e/ou menos trabalhados e mais confusos que os posteriores. Não estou demonizando o hype e idolatrando o indie velho, escuto e gosto de ambos, só quero expor uma diferença percebida entre o modus operanti (há) dos dois.
Isto me lembra uma conversa que tive sobre a quantidade enorme de bandas "legais" (ouçaagorasenãovoceéumbabacadesatualizado) que surgem, principalmente na Inglaterra, e a culpa da NME nisso tudo. A NME é um semanário musical, e tem que rechear páginas com novidades e conteúdo musical semanalmente (dã)! É um tempo muito curto para produzir conteúdo de qualidade que traga coisas novas e não seja batido pela internet. Para manter isso, resta a eles "criarem o hype", procurarem o máximo de bandas novas possíveis, detectarem promessas, tudo que possa garantir conteúdo semanal para a revista. E, infelizmente, não existe tanta banda boa assim no mundo. É uma teoria de brincadeira, mas faz sentido.
Mas acredito que essa não seja a única razão. Talvez a máquina do hype trabalhe mais rápido que a produção musical, e até se fazer um disco com 11 músicas decentes, a banda já se tornou obsoleta e outra já tomou seu lugar. Daí ter que se concentrar em 1 ou 2 hits e completar o CD com canções mal feitas, para ser lançado enquanto ainda existe o desejo de consumo. O que não entendo é que depois do MP3 a lógica da indústria musical foi modificada, mas os processos ainda ocorrem da maneira antiga. Por que a obrigatoriedade de se lançar CDs cheios (ou CDs por si só)? Por que não lançar apenas singles, física ou virtualmente, e tentar capitalizar com eles ou de outras maneiras mais criativas? Ou, se há mesmo a necessidade do disco físico, poderia se lançar apenas EPs, contendo de 3 a 5 músicas, com direito a uma ou duas ruins. Qualitativamente e finaceiramente, lançar vários EPs seria melhor do que criar músicas apenas para encher CD (e bandas novas ainda são novas, entende?).
A música, como quase tudo, desenvolve-se e toma consistência com o tempo. Antigamente era comum começarmos a ouvir uma banda e depois resgatar os primeiros álbuns, que costumavam ser piores e/ou menos trabalhados e mais confusos que os posteriores. Não estou demonizando o hype e idolatrando o indie velho, escuto e gosto de ambos, só quero expor uma diferença percebida entre o modus operanti (há) dos dois.
Isto me lembra uma conversa que tive sobre a quantidade enorme de bandas "legais" (ouçaagorasenãovoceéumbabacadesatualizado) que surgem, principalmente na Inglaterra, e a culpa da NME nisso tudo. A NME é um semanário musical, e tem que rechear páginas com novidades e conteúdo musical semanalmente (dã)! É um tempo muito curto para produzir conteúdo de qualidade que traga coisas novas e não seja batido pela internet. Para manter isso, resta a eles "criarem o hype", procurarem o máximo de bandas novas possíveis, detectarem promessas, tudo que possa garantir conteúdo semanal para a revista. E, infelizmente, não existe tanta banda boa assim no mundo. É uma teoria de brincadeira, mas faz sentido.
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sexta-feira, 26 de setembro de 2008
Perfume no rock
Olha quem está na capa do site Erika Palomino: minhas queridinhas do Those Dancing Days. Clica para ler a matéria que ficou bacaninha.
Outro dia eu quase usei a palavra "perfume" na resenha do MGMT e achei graça, não é que o site da Erika Palomino usou? Mas para eles faz mais sentido. Será que expressões do mundo da moda funcionam na música também?
Outro dia eu quase usei a palavra "perfume" na resenha do MGMT e achei graça, não é que o site da Erika Palomino usou? Mas para eles faz mais sentido. Será que expressões do mundo da moda funcionam na música também?
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sábado, 20 de setembro de 2008
Oracular Espetacular
Fiz uma resenha sobre o disco do MGMT no Pílula Pop. Eu sei, já faz tempo que o cd saiu e todo mundo já leu mil coisas sobre o assunto, mas outra pessoa ia escrever, não rolou, e eu escrevi agora. Para ler clique aqui.
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